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Especialidade · Apuração de IRPJ e CSLL

Sua apuração de IRPJ e CSLL deixa trilha, ou depende de uma planilha?

Planilha sem trilha ligada à contabilidade e sem dono dificulta provar o número. Veja quando sair dela, como provar que o resultado novo é igual ao aprovado e o que continua sendo decisão da sua empresa.

A DFSpro é especialista em fiscal no SAP e no GUEPARDO Tax. Monta a conta no sistema e prova o resultado, enquanto a forma de apuração e a tese tributária são do cliente.

Índice

Entre pela pergunta que o seu papel precisa responder

Quatro entradas para a mesma prova: cada papel enxerga um trecho diferente da apuração de IRPJ e CSLL.

01Fiscal e tributário

Período, forma de pagamento e calendário: o que a empresa escolhe e o que o sistema precisa registrar.

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02Contabilidade

As cinco provas, do resultado igual à memória aprovada à conciliação entre balancete, ECD, ECF e apuração.

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03Auditoria e controladoria

A memória de cálculo, o pacote de evidência e os controles entre um fechamento e o seguinte.

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04TI e dados mestres

Os cenários de teste, os saldos de partida e o que o sistema precisa guardar por versão.

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Atalhos da apuração
A resposta curta

Uma conta com trilha do dado ao resultado

A resposta direta

Tirar a apuração da planilha é dar a cada número do IRPJ e da CSLL origem, dono e prova, e só trocar a conta antiga depois que o resultado novo for igual ao da memória de cálculo aprovada.

O que muda

A conta deixa de ser montada a cada fechamento e passa a ser revisada. Cada linha mostra de onde veio, quem aprovou e que versão foi entregue.

O que não muda

A forma de apuração, o tratamento de cada ajuste e qualquer tese tributária continuam sendo da empresa, com seus contadores e advogados.

Como se prova

Cinco provas, em ordem: resultado igual à memória aprovada, saldos conciliados, arquivo aceito no validador, conciliação entre as saídas e evidência por cenário assinada.

A base legal e o leiaute das escriturações estão em ECD e ECF no SAP. Aqui o assunto é o que vem antes: tirar a conta da planilha e provar o resultado.

Os demais tributos têm página própria, em apuração de impostos no SAP.

Por que a planilha pesa

Seis pontos em que a planilha dificulta a prova

Entregar no prazo não é o mesmo que ter trilha. Estes são os pontos que mais pesam quando alguém pede o caminho de um número de volta ao dado.

Sem trilha até a contabilidade

O número aparece na planilha sem o caminho de volta ao razão. Quem audita pede a origem de cada linha, e a planilha costuma responder com um arquivo e uma pessoa.

Dependência de pessoas

Poucas pessoas sabem refazer a conta. Se uma delas sai ou muda de função, o fechamento anual vira reconstrução.

Versões paralelas

Cópias com nomes parecidos e fórmulas alteradas à mão. Não fica claro qual versão sustenta o que foi entregue à Receita.

Entrada manual sem registro

Valores digitados entram na conta sem registro de quem digitou, quando digitou e a partir de qual documento.

Retrabalho a cada período

A estrutura é adaptada em cada trimestre ou ano, e o que se aprendeu num fechamento não vira regra para o seguinte.

Saldos de controle fora do sistema

Prejuízos a compensar e outros saldos que afetam períodos futuros ficam em arquivo à parte, longe da contabilidade que os gerou.

Na prática

São riscos de processo, e não de tese tributária. Se o seu cenário tem um deles, a pergunta é como o resultado seria provado hoje, e não qual regra aplicar. A decisão de investir na mudança é da empresa.

O que muda na rotina

Cinco pontos da rotina, antes e depois

A mudança aparece na rotina de todo fechamento, e não só no dia da auditoria.

Ponto da rotinaCom a planilhaCom a conta provada no sistema
Origem do númeroDigitado ou colado de outro arquivo, sem o caminho até o razão.Vem do razão, com a conta de origem registrada em cada linha.
Quem refaz a contaA pessoa que a montou, e só ela.Qualquer pessoa autorizada, a partir da memória de cálculo e das regras do sistema.
Versão entregueUma entre várias cópias do arquivo, com a mesma data de gravação.Uma versão identificada, congelada depois da transmissão.
Saldos de controleEm arquivo à parte, atualizado à mão a cada fechamento.Em conta de controle, com saldo inicial, movimento e saldo final conciliados.
Resposta à auditoriaReconstruída no momento do pedido, com consulta a pessoas.Pacote de evidência pronto, com aprovação e homologação assinada.
O caminho da conta

Do lucro líquido ao imposto: sete etapas que o sistema precisa reproduzir

A planilha tem um caminho, mesmo quando ninguém o escreveu. O sistema percorre o mesmo caminho, na mesma ordem, com registro em cada etapa.

  1. 01

    Resultado contábil do período

    O lucro ou prejuízo líquido que sai do razão, na conta de resultado do plano de contas. No lucro real, a ECF recupera esse dado da ECD (manual da ECF, item 1.3).

  2. 02

    Ajustes de adição e exclusão

    Cada ajuste é lançado na parte A do e-Lalur e do e-Lacs, com a conta de origem. Os lançamentos ficam na demonstração do lucro real e na da base da CSLL.

  3. 03

    Compensação de saldos

    Prejuízo fiscal e base de cálculo negativa de períodos anteriores saem da parte B e entram na conta. O saldo usado é o que a segunda prova conciliou.

  4. 04

    Base após as compensações

    A ECF apresenta a base do IRPJ após as compensações de prejuízos (N500) e a base da CSLL após as compensações da base negativa (N650).

  5. 05

    Imposto do período

    Cálculo do IRPJ e da CSLL pela forma escolhida: estimativa mensal (N620 e N660) ou lucro real (N630 e N670).

  6. 06

    Valores já pagos e retidos

    Na estimativa, podem ser deduzidos o imposto pago ou retido na fonte sobre receitas computadas no lucro real e o imposto pago por estimativa (Lei 9.430, art. 2º, § 4º).

  7. 07

    Saldo, guia e lançamento

    O saldo vira pagamento no prazo da forma escolhida ou crédito a compensar. A guia e o lançamento contábil do imposto fecham a etapa.

O sistema não decide nenhuma etapa. Ele reproduz a decisão da empresa e deixa o registro de cada passo. A explicação da parte A e da parte B, com o exemplo numérico, está em ECD e ECF no SAP.

Período e forma de pagamento

Antes de sair da planilha, registre o período e a forma de pagamento

A escolha entre trimestral e estimativa é da empresa. O desenho registra a escolha, aplica o calendário dela e prova o resultado de cada período.

SituaçãoO que a norma dizO que o desenho registra
Apuração trimestralOs períodos são os quatro trimestres do ano-calendário (Lei 9.430/1996, art. 1º; RIR, art. 217). O imposto de cada trimestre vence no último dia útil do mês seguinte, em quota única, ou pode ser dividido em até três quotas mensais. A quota não pode ser menor que R$ 1.000, e imposto abaixo de R$ 2.000 vai em quota única (art. 5º).Quatro fechamentos no ano, cada um com sua base, seu imposto e sua forma de pagamento.
Anual por estimativaA empresa no lucro real pode optar por pagar o imposto todo mês sobre base estimada e apurar o lucro real em 31 de dezembro (Lei 9.430, arts. 2º e 6º; RIR, arts. 218 e 219). O saldo de 31 de dezembro, se positivo, é pago em quota única até o último dia útil de março. Se negativo, pode ser restituído ou compensado (art. 6º, § 1º).Doze estimativas, o ajuste de 31 de dezembro e o saldo final, com a mesma trilha da conta trimestral.
Opção pela formaA forma de pagamento adotada vale para todo o ano-calendário e é irretratável. A opção pela estimativa é manifestada com o pagamento de janeiro ou do mês de início de atividade (Lei 9.430, art. 3º; RIR, art. 219, parágrafo único).A escolha do ano, com data e responsável, e a regra que impede trocar de forma no meio do ano.
Suspensão ou reduçãoA empresa pode suspender ou reduzir o pagamento mensal se demonstrar, por balanços ou balancetes mensais, que o valor acumulado já pago excede o imposto do período em curso. Os balanços seguem as leis comerciais e fiscais e são transcritos no livro diário (RIR, art. 227).O balancete que sustenta cada suspensão, ligado ao razão e ao diário.
Eventos societáriosNa incorporação, fusão ou cisão, a base e o imposto são apurados na data do evento. Na extinção por encerramento da liquidação, na data desse evento (Lei 9.430, art. 1º, §§ 1º e 2º; RIR, art. 217). O imposto é pago até o último dia útil do mês seguinte ao evento (art. 5º, § 4º).Um fechamento fora do calendário regular, com data, base e imposto do evento.
CSLLA apuração da base e o pagamento da CSLL seguem as normas dos arts. 1º a 3º e 5º a 14, entre outros, da mesma lei (art. 28). Quem optou pela estimativa do imposto de renda também paga a CSLL mensal estimada (art. 30).A CSLL no mesmo calendário e na mesma trilha do IRPJ, com base própria.
Na prática

Na ECF, cada forma tem o seu registro: N620 para o IRPJ mensal por estimativa, N630 para o IRPJ com base no lucro real, N660 e N670 para a CSLL. Os períodos e as formas de apuração são informados nos registros M030 e N030. O sistema precisa alimentar o registro da forma que a empresa escolheu.

Base normativa

Lei 9.430/1996, arts. 1º a 6º e 28 a 30; Decreto 9.580/2018 (RIR), arts. 217 a 219 e 227; Manual de Orientação do Leiaute 12 da ECF (ADE Cofis 2/2026), registros M030, N030, N620, N630, N660 e N670.

As cinco provas

O resultado novo só substitui o antigo depois de cinco provas

Cada prova responde a uma pergunta diferente. Só as cinco juntas sustentam a troca da conta.

1. Resultado igual à memória aprovada

Pergunta: o IRPJ e a CSLL calculados no sistema para um período já entregue são iguais aos da memória de cálculo aprovada?

Evidência: comparação linha a linha, com cada diferença explicada e o nome de quem aprovou.

2. Saldos de controle conciliados

Pergunta: os saldos e movimentos do controle fiscal, como os prejuízos a compensar, batem com o que a empresa declarou?

Evidência: quadro de saldo inicial, movimento e saldo final por conta de controle.

3. Arquivo aceito no validador

Pergunta: o arquivo da ECF gerado a partir do sistema passa no validador oficial sem erro que impeça a transmissão?

Evidência: relatório do validador, guardado junto com a versão do arquivo.

4. Conciliação entre as saídas

Pergunta: balancete, ECD, ECF e apuração contam a mesma história?

Evidência: quadro de conciliação por conta, com diferença zerada ou justificada.

5. Evidência por cenário

Pergunta: cada situação que a empresa vive foi testada, com valor esperado e valor obtido?

Evidência: caderno de cenários e homologação formal assinada pelo cliente.

A ordem importa. A primeira prova localiza a diferença, a segunda e a quarta mostram de onde ela vem, a terceira confirma que o arquivo é aceito e a quinta deixa o registro que a empresa guarda.

Na prática

Pelo manual da ECF, o arquivo é obrigatoriamente submetido ao programa gerador da ECF para validação de conteúdo, assinatura digital e transmissão (item 2.1). O desenho da conciliação entre ECD e ECF está em ECD e ECF no SAP.

Como cada prova é feita

Entrada, método e aceite de cada prova

Uma prova sem método vira opinião. Cada linha abaixo diz o que entra, como se confere e quando se aceita.

ProvaEntradaMétodoAceite, definido pelo cliente
1. Resultado igual à memóriaMemória de cálculo aprovada de um período já entregue e o cálculo novo do mesmo período.Comparação linha a linha, de baixo para cima: imposto, base, ajustes, ponto de partida.Diferença zero ou cada diferença com causa, dono e decisão registrada.
2. Saldos conciliadosSaldos de prejuízo e de base negativa da ECF anterior e os saldos de partida do sistema.Quadro de saldo inicial, movimento e saldo final por conta de controle.Saldo inicial igual ao declarado, ou diferença justificada.
3. Arquivo no validadorArquivo da ECF gerado a partir do sistema para o período de referência.Execução do validador oficial e leitura de cada mensagem de erro e de advertência.Nenhum erro que impeça a transmissão, e cada advertência com explicação.
4. Conciliação das saídasBalancete, ECD, ECF e resultado da apuração do mesmo período.Quadro por conta, do saldo contábil ao saldo recuperado e ao valor usado na apuração.Diferença zerada ou justificada por conta.
5. Evidência por cenárioCaderno de cenários com valor esperado definido antes do teste.Execução de cada cenário no sistema e registro do valor obtido, com a tela ou o relatório.Todos os cenários aprovados e a homologação assinada.

O critério de aceite é sempre da empresa. A DFSpro escreve o método, executa e guarda o resultado, e propõe o critério para o cliente aprovar.

Em paralelo, sem trocar a rotina

Seis passos para provar a conta nova sobre um período já entregue

A troca da planilha não precisa parar o fechamento atual. A nova conta roda ao lado até o resultado ser aceito.

  1. 01

    Levantamento

    Quais planilhas, controles e saldos existem hoje, quem os mantém e onde está registrado cada saldo de partida.

  2. 02

    Período de referência

    A empresa escolhe um período já entregue, com memória de cálculo aprovada. A escolha do período e o critério de aceite são do cliente.

  3. 03

    Cálculo novo

    A conta roda no sistema para esse período, sem tocar na rotina vigente.

  4. 04

    Comparação

    Resultado novo contra memória aprovada, linha a linha. Cada diferença recebe causa, dono e decisão.

  5. 05

    Homologação

    Os cenários são testados, a evidência é guardada e a empresa assina o aceite.

  6. 06

    Virada

    A nova conta passa a ser a oficial em um fechamento definido pela empresa. A planilha fica arquivada com a versão final.

Enquanto o aceite não for assinado, a rotina vigente continua valendo. O recorte e o calendário dependem do período de apuração da empresa.

O mesmo raciocínio vale para o primeiro fechamento depois de uma migração para o S/4HANA.

Memória de cálculo

Uma memória que continua de pé quando a equipe muda

A memória é a peça que substitui a pessoa que montava a planilha. Seis linhas a compõem, cada uma com o seu aprovador.

Linha da memóriaO que registraQuem aprova
Cabeçalho do períodoPeríodo de apuração, forma de pagamento escolhida, versão do cálculo e versão do arquivo entregue.Fiscal
Ponto de partidaO lucro líquido do período, com a conta de resultado do razão de onde ele sai.Contabilidade
AjustesCada adição, exclusão e compensação, com a conta de origem, o documento que a sustenta e a indicação de ajuste recorrente ou pontual.Fiscal e tributário
Saldos de controleSaldo inicial, movimento e saldo final de cada conta de controle, como prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL.Fiscal e controladoria
Imposto do períodoBase, imposto devido, valores já pagos ou retidos no período e saldo a pagar ou a compensar, para o IRPJ e para a CSLL.Fiscal
AprovaçãoQuem aprovou, quando e sobre qual versão. Sem essa linha, a memória não mostra quem aprovou.Responsável da empresa
O que o regulamento pede

No Lalur, a empresa lança os ajustes do lucro líquido, transcreve a demonstração do lucro real e a apuração do imposto e mantém os controles de prejuízos fiscais e de valores que influenciam períodos futuros e não constem da escrituração comercial (RIR, art. 277). A guarda da escrituração e dos papéis dura enquanto não ocorrer prescrição ou decadência (art. 278).

Base normativa

Decreto 9.580/2018 (RIR), arts. 277 e 278.

Ajustes e imposto diferido

Seis perguntas que não podem esperar a homologação

Ajuste esquecido no escopo aparece tarde. A pergunta certa feita no começo evita refazer a conta no fim.

Ajuste recorrente ou pontual?

Ajuste que se repete todo período vira regra no sistema. Ajuste pontual passa por aprovação e deixa registro. Misturar os dois faz a regra crescer sem dono.

Quem cria um ajuste novo?

Alguém da empresa, com autoridade para aprovar. A consultoria prepara a evidência e mostra o caminho do número ao dado, e a aprovação não se delega.

Imposto diferido no sistema?

É decisão contábil da empresa: será contabilizado no sistema e por quem. Deixar a pergunta para a homologação gera retrabalho, porque muda o escopo.

Quem aprova o aceite?

O critério de aceite de cada prova é decidido antes dos testes, com a auditoria, para que a prova não vire negociação depois do resultado.

O cruzamento com a ECD

Conferir a apuração contra a ECD é responsabilidade da empresa e precisa de dono desde o início, e não só na entrega.

Troca do plano de contas no ano

A ECF é transmitida em arquivo único. Para a recuperação correta, os saldos finais do primeiro plano precisam ser os saldos iniciais do segundo (manual, item 1.10).

Na prática

Todas essas perguntas são da empresa. O desenho só pode registrar a resposta depois que ela existe, e por isso elas entram no escopo antes da primeira linha de configuração.

O que levantar

Seis itens que o levantamento precisa trazer antes de começar

Quem conhece onde cada saldo e cada ajuste vive consegue provar o ponto de partida da conta nova.

O que levantarOnde costuma estarA pergunta que o levantamento responde
Planilhas de apuraçãoPastas de rede, e-mails e computadores pessoais.Qual versão sustentou a última entrega?
Prejuízo fiscal e base negativa da CSLLParte B da ECF anterior e planilha de controle.O saldo inicial do cálculo novo é o da ECF transmitida? No lucro real, o programa da ECF exige a recuperação da ECF do período anterior (manual, item 1.3).
Ajustes recorrentesPlanilha e histórico do contador.Quais se repetem todo período e de que conta nascem?
Ajustes pontuaisMemória de cálculo e correspondência interna.Quem identifica e quem aprova um ajuste novo?
Valores pagos e retidos no períodoGuias, informes e conciliação bancária.Como entram na conta e a partir de qual documento?
Calendário e forma de pagamentoCadastro fiscal da empresa.Qual forma o ano usa e quem registra a opção?

O levantamento é da empresa. A DFSpro monta o quadro, confere o que o sistema já guarda e aponta o que falta.

Várias empresas

Quando o grupo tem mais de uma empresa, a prova segue a empresa

O desenho não impõe padrão. Ele registra a decisão de cada empresa e prova que o resultado a reflete.

Uma regra por empresa

Cada empresa do grupo decide a sua forma de apuração, e o quadro de períodos registra uma linha por empresa e por ano.

Uma memória por empresa

A memória de cálculo é por empresa e por período. A visão consolidada, quando a empresa quer uma, nasce das memórias e nunca as substitui.

Um pacote por empresa

A evidência, a homologação e a aprovação seguem a mesma divisão, para que cada empresa responda à auditoria com o que é dela.

O que é decisão da empresa

Seis decisões que o sistema só registra depois que a empresa a toma

A configuração segue a decisão. Sem a decisão tomada, o desenho fica esperando.

DecisãoQuem decideComo o sistema registra
Forma de apuração e de pagamento de cada empresaA empresa, com seus advogados e contadores.A escolha de cada empresa e de cada ano, com data e responsável.
Tratamento de cada adição, exclusão e compensaçãoA empresa.A regra aprovada, com a conta de origem, o documento e a indicação de recorrente ou pontual.
Uso de benefício, incentivo ou teseA empresa.O registro do que a empresa decidiu aplicar, sem opinião da DFSpro sobre a tese.
Imposto diferidoA empresa, na contabilidade.A decisão de onde e por quem será contabilizado, e o lançamento correspondente.
Critério de aceite da provaA empresa, com a auditoria.O critério aprovado para cada prova e a homologação assinada.
Período de referência do paraleloA empresa.O período escolhido, a memória aprovada dele e a data de início da comparação.

A DFSpro não opina sobre tese, benefício ou enquadramento. O que a DFSpro entrega é o sistema aplicando o que a empresa decidiu, com a prova de que aplica.

Controles do cliente

Seis controles entre um fechamento e o seguinte

A prova de hoje só vale amanhã se estes controles continuarem rodando.

Congelar a versão entregue

Depois da transmissão, a memória daquele período fica sem edição. Qualquer mudança nasce como versão nova, com motivo e aprovação.

Revisão a cada fechamento

Quem revisa não é quem montou. A revisão confere o resultado contra a memória aprovada e os saldos de controle.

Conciliação mensal do saldo de controle

O saldo de prejuízo e de base negativa é conferido todo mês, e não só no fechamento do ano.

Registro das entradas manuais

Todo valor digitado tem autor, data e documento. Entrada manual sem registro volta como diferença na prova 1.

Plano de retificação

A retificação da ECF pode alcançar as entregas dos últimos cinco anos e substitui a original por inteiro (manual da ECF, item 1.14). A versão entregue guardada é o ponto de partida.

Dono da regra

Cada regra do sistema tem um responsável na empresa, com data da última revisão. Regra sem dono envelhece sem ninguém notar.

Cenários de teste

Dez cenários que o teste de prova precisa cobrir

Cada cenário tem valor esperado definido antes do teste, e a empresa assina o resultado.

CenárioO que o teste provaBase
Trimestre regular com lucroBase, imposto e quotas do trimestre iguais ao valor esperado, com o pagamento no prazo da forma escolhida.Lei 9.430, arts. 1º e 5º
Trimestre com prejuízo fiscalO prejuízo do período entra na conta de controle da parte B, com o indicador de prejuízo do período (PF).Manual da ECF, item 1.8
Base de cálculo negativa da CSLLA base negativa entra na conta de controle própria, com o indicador de base negativa (BC).Manual da ECF, item 1.9
Compensação em período seguinteO saldo da parte B usado na compensação é o mesmo saldo de controle conciliado na prova 2.Manual da ECF, itens 1.8 e 1.9
Estimativa mensal com ajuste de dezembroDoze estimativas, ajuste de 31 de dezembro, saldo a pagar em março ou a compensar, e o mês de dezembro pago até o fim de janeiro.Lei 9.430, arts. 2º e 6º
Suspensão por balanceteO balancete mensal que reduz ou suspende o pagamento está transcrito no diário e ligado ao razão.RIR, art. 227
Incorporação, fusão ou cisãoFechamento na data do evento, com base e imposto próprios e pagamento no mês seguinte.Lei 9.430, arts. 1º e 5º
Extinção da empresaApuração na data do encerramento da liquidação.Lei 9.430, art. 1º, § 2º
Mudança de plano de contas no anoOs saldos finais do primeiro plano são os saldos iniciais do segundo, e a ECF segue em arquivo único.Manual da ECF, item 1.10
ECD substituta depois da entregaA empresa entrega ECF retificadora quando a ECD substituta altera contas ou saldos recuperados, e a versão anterior continua guardada.Manual da ECF, item 1.14

Os cenários que a empresa não vive ficam fora do caderno, com o motivo escrito. O desenho de teste fiscal em geral está em testes fiscais no SAP.

O pacote de evidência

O que a empresa guarda para responder à auditoria

Quem abre o pacote meses depois precisa chegar ao número sem perguntar a quem o fez.

O que o pacote contém

  • A memória de cálculo de cada período, na versão aprovada.
  • A comparação entre o resultado novo e o aprovado, com as diferenças explicadas.
  • O quadro de saldos de controle, com saldo inicial, movimento e final.
  • O relatório do validador da ECF, ligado à versão do arquivo.
  • O quadro de conciliação entre balancete, ECD, ECF e apuração.
  • O caderno de cenários, com valor esperado e valor obtido.
  • A homologação assinada pelo cliente.

O que torna o pacote utilizável

  • Uma versão final, identificada e arquivada, para cada período entregue.
  • Nome de quem aprovou cada linha e a data da aprovação.
  • A lista de alterações manuais, com autor, data e motivo.
  • O caminho de volta de cada número ao dado, sem depender de memória de pessoa.
  • A guarda pelo prazo que a empresa decidir com seus contadores, observado o art. 278 do RIR.
Quem decide e quem prova

Quatro áreas, quatro responsabilidades na apuração

Uma diferença sem dono atravessa o fechamento e volta no seguinte. Cada área responde pelo que consegue corrigir.

ÁreaDecideProva e guarda
Fiscal e tributárioA forma de apuração, o tratamento de cada ajuste e qualquer tese tributária.Valida a memória de cálculo e o resultado de cada período.
ContabilidadeO imposto diferido, a conta de resultado e o plano de contas.Concilia saldos e a passagem do balancete para a ECD e a ECF.
Auditoria e controladoriaO critério de aceite e a amostra de revisão.Revisa a evidência e guarda o pacote de cada período.
TI e dados mestresQuem mantém o ambiente e as regras do sistema.Garante os cenários de teste, a guarda das versões e a rastreabilidade das entradas.
Mudanças recentes

Quatro mudanças de norma e o que elas pedem da conta

A norma muda por período. O sistema precisa aplicar a regra vigente em cada um e provar isso.

Lei Complementar 224/2025 e IN RFB 2.305/2025

Segundo o manual da ECF (item 1.32), as duas normas alteraram o IRPJ e a CSLL em três frentes: incentivos e benefícios, lucro presumido e alíquotas transitórias da CSLL. As condições de cada frente estão na lei e no manual, e o detalhe está em ECD e ECF no SAP.

Lei Complementar 214/2025

Altera dispositivos de leis que tratam do IRPJ e da CSLL, como o art. 64 da Lei 9.430, sobre retenção na fonte em pagamentos de órgãos federais (art. 502), e o art. 30 da Lei 10.833, sobre retenção de CSLL (art. 509). O cronograma de efeitos de cada artigo consta da própria lei.

Emenda Constitucional 132/2023

Não traz regra de apuração do IRPJ nem da CSLL. O art. 18 determina que o Poder Executivo encaminhe projeto de lei sobre a tributação da renda, e a emenda não detalha o conteúdo.

O que isso pede do desenho

Parâmetros por vigência, memória de cálculo por versão e prova de que cada período usa a regra do seu tempo. A aplicação de cada norma ao caso é decisão da empresa.

A reforma do consumo, com CBS e IBS, tem página própria: reforma tributária CBS e IBS. As alíquotas e o exemplo numérico do lucro real estão em ECD e ECF no SAP.

Base normativa

Manual da ECF, leiaute 12, item 1.32; Lei Complementar 214/2025, arts. 502 e 509; Emenda Constitucional 132/2023, art. 18.

A prova se repete

O que roda em cada cadência

A prova feita uma vez vale para o período. A rotina mantém o mesmo nível de prova nos seguintes.

CadênciaO que rodaQuem recebe o resultado
A cada fechamentoComparação do resultado com a memória, revisão por quem não montou a conta e arquivamento da versão aprovada.Fiscal e controladoria
Todo mêsConciliação dos saldos de controle e, na estimativa, conferência do imposto mensal e do pagamento.Fiscal e contabilidade
Todo anoConciliação entre balancete, ECD, ECF e apuração, rodada do validador e fechamento do pacote de evidência.Contabilidade e auditoria
A cada mudança de normaRevisão dos parâmetros por vigência e novo teste dos cenários afetados.Fiscal e TI
A cada mudança de plano de contasConferência do mapeamento e dos saldos de transferência entre os dois planos.Contabilidade e TI

Quando a empresa contrata suporte contínuo, essa rotina roda dentro do AMS Fiscal, com os resultados guardados no mesmo pacote.

Erros comuns

Seis erros que deixam a diferença para o fechamento seguinte

Todos têm a mesma origem: provar tarde, ou só uma parte da conta.

Comparar só o total

O total fecha e duas linhas estão erradas em sentidos opostos. A prova 1 desce até a linha.

Começar pelo cálculo e deixar o saldo de partida para o fim

A conta roda com saldo errado e a diferença aparece na primeira conciliação.

Esquecer o imposto diferido no escopo

A pergunta aparece na homologação, e o escopo cresce depois de tudo configurado.

Trocar a planilha sem período em paralelo

Não há resultado de referência para comparar, e a diferença vira discussão de opinião.

Deixar a aprovação para depois

A memória existe e ninguém assinou. Sem ela, a memória não mostra quem respondeu pelo resultado.

Tratar a ECF como único destino

O arquivo é uma das saídas. As outras quatro provas continuam necessárias.

A conta fecha na tesouraria

Cinco conferências entre o imposto apurado e o dinheiro que saiu

A apuração só está provada quando o imposto devido, o lançamento e o pagamento contam a mesma história.

Ponto de conferênciaO que se comparaO que a diferença costuma indicar
Imposto apurado e guia pagaO valor do imposto de cada período contra o valor recolhido, na forma e no prazo da opção feita.Quota paga fora do prazo da forma escolhida, ou saldo de dezembro tratado como estimativa comum.
Imposto apurado e lançamento contábilO imposto do período contra o valor lançado no razão como obrigação e como despesa.Lançamento feito antes da aprovação da memória, ou ajuste posterior que não gerou novo lançamento.
Valores pagos e retidosO imposto pago por estimativa e o retido na fonte contra o que a memória deduziu.Retenção sem documento de origem, ou estimativa paga e não deduzida.
Saldo a compensarO saldo negativo do período contra o crédito controlado para compensação ou restituição.Saldo que ficou só na planilha e não entrou na conta de controle.
Base da CSLL e base do IRPJAs duas bases do mesmo período, lado a lado, com os ajustes de cada uma.Ajuste lançado numa base e esquecido na outra.

As causas da última coluna são possibilidades. A correção de cada uma é decisão da empresa.

Perguntas de prontidão

Dez perguntas para saber se a sua apuração está pronta

Responda sem consultar a planilha. O que ninguém sabe responder de memória é o que a conta ainda não registra.

Sobre a conta de hoje

  • Quem refaz a conta se a pessoa que a monta ficar fora do fechamento?
  • Dá para chegar de qualquer linha da planilha ao lançamento do razão?
  • Há mais de uma versão da planilha circulando?
  • Os valores digitados têm autor e data?
  • A memória do último período entregue está aprovada e arquivada?

Sobre o entorno

  • Os saldos de prejuízo e de base negativa estão conciliados com a ECF anterior?
  • A forma de pagamento do ano está registrada, com data e responsável?
  • O imposto diferido tem decisão sobre onde será contabilizado?
  • Alguém confere a apuração contra a ECD antes da entrega?
  • A auditoria já pediu uma trilha que a conta atual não deu?

Cada resposta negativa é um ponto de risco de processo. A leitura é da empresa, e a conversa com a DFSpro começa por esses pontos.

Como a DFSpro atua

Do mapa da apuração ao primeiro fechamento provado

Seis entregas, em ordem. A prova sobre o período em paralelo é o centro, e as demais a sustentam.

  1. 01

    Mapa da apuração

    Levantamento de como o IRPJ e a CSLL são apurados hoje: forma, calendário, planilhas, controles e responsáveis.

  2. 02

    Desenho da conta

    Definição do que o sistema precisa registrar para cada forma de pagamento escolhida pela empresa.

  3. 03

    Configuração

    Construção da conta no ambiente, com os ajustes e os saldos de controle aprovados pelo cliente.

  4. 04

    Período em paralelo

    Execução da conta nova sobre um período entregue, com comparação linha a linha.

  5. 05

    Cenários e homologação

    Escrita dos cenários, prova de que o sistema acerta cada um e assinatura do aceite.

  6. 06

    Primeiro fechamento

    Acompanhamento do primeiro fechamento com a conta nova em uso, até a diferença cair ao nível que a empresa aceita.

O trabalho começa no Diagnóstico Fiscal SAP ou no primeiro fechamento depois de um rollout.

No suporte contínuo, a prova roda a cada período dentro do AMS Fiscal.

O desenho é o mesmo com ou sem o GUEPARDO Tax. O produto é da NTT DATA, e a DFSpro é Canal Autorizado: vende a licença, implanta e faz a governança. Onde o ambiente usa o produto, o desenho parte do que ele cobre, e o que ele não cobre fica registrado.

O que a DFSpro entrega

Oito entregas, cada uma com um destinatário

Cada entrega tem um uso e um destinatário. Nenhuma depende de decisão tributária da DFSpro.

EntregaPara que serveQuem recebe
Mapa da apuraçãoMostra como a conta é feita hoje: forma, calendário, planilhas, controles e responsáveis.Fiscal e contabilidade
Quadro de períodos e formas de pagamentoRegistra a escolha do ano e o calendário aplicado a cada período.Fiscal
Modelo de memória de cálculoDefine as seis linhas da memória e quem aprova cada uma.Fiscal e controladoria
Relatório de comparaçãoCompara o resultado novo com o aprovado, com causa e dono de cada diferença.Fiscal e auditoria
Quadro de saldos de controleConcilia saldo inicial, movimento e saldo final das contas de controle.Fiscal e contabilidade
Caderno de cenáriosLista os cenários, os valores esperados e os valores obtidos.Todas as áreas
Pacote de evidênciaReúne tudo o que a empresa guarda para responder à auditoria.Auditoria e controladoria
Roteiro do primeiro fechamentoOrganiza o acompanhamento da primeira competência com a conta nova.Fiscal e TI
Limite do nosso papel

Quem prova e quem decide

A prova mostra o que o sistema faz. O que fazer com cada resultado é decisão de quem responde pela empresa.

Limite do nosso papel

Desenhamos, configuramos e provamos o comportamento do sistema e guardamos a evidência. A forma de apuração e as escolhas tributárias são da sua empresa, com seus contadores.

A DFSpro prova

  • Que o resultado do sistema é igual à memória aprovada, ou onde e por que difere.
  • Que os saldos de controle de partida batem com o declarado.
  • Que cada cenário combinado produz o valor esperado.
  • Que a evidência se repete a cada fechamento.

A empresa decide

  • A forma de apuração e o enquadramento de cada empresa da estrutura.
  • O tratamento de cada ajuste, de cada incentivo e de qualquer tese tributária.
  • O imposto diferido e a validação da memória de cálculo.
  • A assinatura do aceite e do resultado de cada fechamento.

O papel completo da DFSpro em qualquer trabalho fiscal está em como trabalhamos com o seu time.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre apuração de IRPJ e CSLL

01Quando vale tirar a apuração de IRPJ e CSLL da planilha?+

Quando a conta depende de uma pessoa, quando o fechamento anual vira retrabalho ou quando a auditoria pede uma trilha que a planilha não oferece. É um critério de decisão, sem número, e a decisão de investir é da empresa.

02Que riscos a planilha traz para a prova do resultado?+

A falta de trilha ligada à contabilidade, a dependência de poucas pessoas para refazer a conta e a dificuldade de mostrar de onde veio cada número. São riscos de processo, e não de tese. A empresa decide como tratá-los, com seus contadores.

03O que muda para a equipe quando a apuração sai da planilha?+

A conta passa a ter dono, trilha e rotina de aprovação. Parte do trabalho manual deixa de existir, e alguma entrada manual pode permanecer, por decisão da empresa. A equipe passa a revisar e explicar o resultado, em vez de montar a conta a cada fechamento.

04Vale mudar se hoje tudo é entregue no prazo?+

Entregar no prazo não é o mesmo que ter trilha e prova. O que pesa é a dependência de pessoas, o retrabalho e a resposta à auditoria. Não prometemos economia: a decisão é de risco e de processo, e cabe à empresa.

05Como mostrar que o resultado novo é o mesmo da memória de cálculo aprovada?+

Comparando o IRPJ e a CSLL de um período já entregue com a memória aprovada, explicando cada diferença e registrando quem aprovou. Só depois a nova conta substitui a anterior. A escolha do período e o critério de aceite são do cliente.

06Quem é o dono da memória de cálculo depois que a planilha deixa de existir?+

Alguém da própria empresa, em geral da área fiscal ou contábil, com autoridade para aprovar o resultado a cada fechamento. A consultoria prepara a evidência e mostra o caminho de volta do número ao dado, mas a aprovação e a decisão tributária não se delegam.

07O que a empresa recebe e guarda como evidência final da apuração?+

Evidência de teste por cenário e homologação formal assinada pelo cliente, junto com a conciliação dos saldos. É a trilha que a empresa guarda para responder à auditoria. O regulamento manda conservar a escrituração e os papéis enquanto não ocorrer prescrição ou decadência (RIR, art. 278).

08Os saldos de períodos anteriores precisam estar prontos antes de começar?+

É preciso saber quais controles e saldos existem hoje e onde estão, porque eles são o ponto de partida da conta nova. A empresa responde por esse levantamento, e a consultoria prova que o saldo inicial bate com o que a empresa declarou na ECF anterior.

09O que a empresa decide sobre o imposto diferido antes de começar?+

Se ele será contabilizado no sistema e por quem. É uma decisão contábil do cliente. Deixar essa pergunta para a homologação costuma gerar retrabalho, porque o escopo muda depois de a configuração estar pronta.

10A apuração precisa seguir a mesma forma em todas as empresas da estrutura?+

A forma de apuração de cada empresa é decisão do cliente, com seus advogados e contadores. O desenho do sistema registra a decisão de cada uma, sem impor um padrão, e a consultoria prova que o resultado reflete o que foi decidido.

11O que fica com a empresa e o que fica com a DFSpro?+

Com a empresa ficam a decisão tributária, a validação da memória de cálculo e o levantamento dos saldos. Com a DFSpro ficam o desenho, a configuração, a prova e a evidência do comportamento do sistema. Escopo, preço e prazo são tratados em contato direto.

12O que acontece com a planilha antiga depois que a nova conta entra em uso?+

Ela fica arquivada, na versão final de cada período entregue, junto com a memória aprovada. A empresa decide por quanto tempo guardar, com seus contadores, e o regulamento manda conservar a escrituração e os papéis enquanto não ocorrer prescrição ou decadência (RIR, art. 278).

13A empresa pode mudar a forma de pagamento de um ano para o outro?+

A forma de pagamento adotada vale para todo o ano-calendário e é irretratável (Lei 9.430/1996, art. 3º). A escolha de cada ano é da empresa, e o sistema registra a escolha com data e responsável, para que o resultado de cada período siga a forma daquele ano.

14Dá para começar sem mexer no fechamento atual?+

Sim. O trabalho começa por levantamento e por um período já fechado, com a nova conta rodando em paralelo, sem trocar a rotina vigente até o aceite estar assinado. O recorte e o momento são definidos com a empresa, conforme o calendário dela.

Próximos passos

Conte como a apuração é feita hoje e onde ela depende de uma pessoa

A conversa trata do período de referência, dos saldos de partida e de quem aprova cada ponto, sem preço e sem compromisso de prazo.

Para aprofundar antes: fechamento fiscal instável e divergência entre fiscal e TI.