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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como o GUEPARDO Tax gera a ECD e como conferir o plano de contas antes da transmissão?

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A pergunta é simples: como o GUEPARDO Tax gera a ECD e o que devo conferir no plano de contas antes de mandar para a transmissão?

Acabei de assumir a área, vindo de construção, e o time ainda opera em outro ERP migrando para SAP. Recebi a tarefa de montar o roteiro de conferência da ECD. Sei que divergência de plano de contas é o que mais atrasa, mas não sei por onde começar nem o que o sistema já confere sozinho. Alguém tem um passo a passo?


Atualização:

Obrigado, pessoal. pra ser justo, né, eu achava que o validador resolvia tudo e que o plano de contas era assunto só da contabilidade. Vou montar o roteiro com quatro passos: lista de contas não mapeadas zerada, comparação do balancete com o arquivo, amostra de contas validada pelo contador e inventário dos ajustes próprios.

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Roteiro que saiu da conversa, em ordem:

  1. Mapeamento: zerar a lista de contas não mapeadas na Centralização do PCR, antes de gerar o arquivo.
  2. Comparação: balancete do SAP contra o saldo das contas no arquivo, por grupo. Critério: diferença zero ou explicada item a item.
  3. Amostra: o contador valida se a conta referencial faz sentido, porque conta mapeada errado não aparece como vazia.
  4. Ajustes próprios: listar o que foi incluído ou alterado por extensão, com dono.
  5. Ordem de entrega: gerar, validar, entregar ao cliente para conferência e só então transmitir. A documentação disponível não afirma que o produto transmite; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

Quem quiser ver como o arquivo e o mapeamento se conectam encontra mais detalhe em ECD e ECF no SAP. Segundo a documentação da NTT, o fluxo termina na conferência do cliente, e essa conferência é sua.

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Pelo lado do FI, e aí, a questão é que conta nova criada no meio do ano quase nunca chega ao mapeamento sozinha. Faça uma lista de todas as contas com movimento no período e confira uma a uma se existe conta referencial.

Segundo a documentação da NTT, o resultado do PCR é a base de registros da ECD como I050, I051, I053, I155 e I355. Ou seja, mapeamento errado não fica só no plano: ele se espalha por vários registros do arquivo.

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Discordo em parte: zerar a lista de contas não mapeadas é necessário, mas não basta. Conta mapeada na referencial errada passa batida, porque o relatório só aponta o que está vazio.

Sugiro amostra por natureza: pegue algumas contas de cada grupo e valide com o contador se a referencial faz sentido. E inventarie qualquer ajuste próprio: segundo a documentação da NTT existe um ponto de extensão para incluir ou alterar registros, e quem usa precisa saber o que mexeu. O custo o custo é, pois é o tempo de quem conhece a contabilidade da casa.

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Segundo a documentação da NTT, o GUEPARDO Tax gera o arquivo da ECD para os tipos de escrituração G, R, A, Z e B. O fluxo descrito é: criar a declaração, gerar o arquivo, passar no validador da RFB, entregar ao cliente para conferência e só então transmitir ao Fisco. O que temos de documentação não afirma que o produto faz a transmissão.

Para o plano de contas, a peça central é o mapeamento entre conta contábil e conta referencial. A mesma documentação diz que a Centralização do PCR lista as contas não mapeadas. Passo 1: abra essa lista e zere antes de gerar o arquivo. E, bem, uma dica de colega, peça essa lista antes do fechamento, não no dia da entrega.

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Outra porta de entrada: conferir de fora, sem depender só do mapeamento. Compare o balancete do SAP do período com o saldo de cada conta no arquivo gerado. Onde a diferença não for zero, abra a conta e veja se ela entrou com a natureza certa.

Aqui a gente costuma, pois é fazer essa comparação em planilha por grupo de contas (ativo, passivo, resultado), porque achar a divergência por grupo é mais rápido que conta a conta. Um recado de quem já viu: ECD que passa no validador mas sai incompleta, sem participantes ou centro de custo, costuma ser o susto do fim do prazo.

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