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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como o GUEPARDO Tax gera o SPED PIS e Cofins e o que muda na transição para CBS?

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Contexto rápido primeiro: fecho o SPED PIS e Cofins todo mês e temo perder o arquivo atual quando a CBS entrar. Então, o bom é entender antes como o GUEPARDO Tax gera esse arquivo hoje e o que já se sabe sobre a evolução dele. Estamos em RISE with SAP. O que posso tratar como certo, e o que ainda é aposta?


Atualização:

Muito bom. Vou conferir o saldo de crédito com o razão no fechamento deste mês e levantar as regras que são extensão. Uma dúvida de seguimento: quando a simulação existir no ambiente, vocês rodam com o mês fechado ou com o mês corrente?

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Resumindo o que dá para tratar como certo e o que não:

  1. Documentado: o produto apura PIS e COFINS e gera o arquivo, com créditos controlados e lançamento manual de extemporâneos em /FHG/APC05.
  2. Não afirmado: o material que temos não diz como o arquivo evolui na transição. Confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  3. Ensaio: a simulação estima impacto, mas a integração com as demais apurações está em backlog.
  4. Segunda-feira: confira o saldo de crédito contra o razão e liste as regras que são extensão.

O regime de transição é decisão do cliente: confirme com o tributário da empresa. Detalhes da obrigação em EFD-Contribuições no SAP.

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Ponto único: discordo de ensaiar pela simulação como se ela fosse o caminho do arquivo oficial. No fim das contas, o material que temos mostra que a integração da apuração da simulação com as demais apurações da solução está como backlog, sem data, e as informações de créditos de CBS também. Então a simulação serve para estimar impacto, não para gerar obrigação. Antes de planejar o fechamento, confirme com a NTT a situação atual e a disponibilidade na versão instalada, porque o quadro lido é retrato de um momento.

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Direto: um ponto de projeto. No meu projeto, né, a natureza da receita foi o que mais demorou, porque o material diz que, sem determinação por NCM, ela exige desenvolvimento via BAdI, no método NAT_RET_DETERMINE. Ou seja, se vocês dependem de natureza por NCM, há código próprio envolvido, e código próprio precisa de inventário e dono antes de qualquer transição. Levante hoje quais regras suas já são extensão.

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Explicando o cenário do crédito: então, vale registrar que o produto controla os créditos apurados e o uso deles. Créditos extemporâneos anteriores ao controle do GUEPARDO são lançados manualmente em /FHG/APC05. Na prática, antes de qualquer transição, vale conferir se o saldo de crédito do controle bate com o seu razão, porque é o ponto de partida de qualquer comparação. Faça a conferência no fechamento deste mês e guarde a evidência.

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Sem enrolar: uma forma diferente de se preparar é ensaiar com a ferramenta de simulação da reforma, em vez de esperar o arquivo novo. O x da questão é que ela compara a carga atual de PIS e COFINS dos documentos com uma carga simulada de IBS, CBS e IS. Segundo a documentação da NTT, as transações são /FHG/FSI01 a 03 para criar, editar e exibir. Mas valor simulado é estimativa. Veja antes se ela existe no seu ambiente.

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Oi, gente. Na última auditoria, viu, precisei mostrar exatamente isso. O que está documentado: o GUEPARDO Tax apura PIS e COFINS e gera o arquivo do SPED Contribuições, com apurações criadas por transação própria (/FHG/APC01 para criar, APC02 para editar, APC03 para exibir). Pode haver várias apurações para o mesmo período e empresa, mas só uma é a oficial. Para a transição, a documentação que consultamos não afirma como o arquivo evolui: confirme com a NTT.

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