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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como o GUEPARDO Tax lida com ajustes manuais de apuração sem perder rastreabilidade?

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Boa tarde, pessoal. Acompanho o assunto desde a implantação do SAP com GUEPARDO Tax. O fiscal faz ajustes na apuração para casos especiais, e a auditoria quer saber como cada um fica registrado: quem fez, quando e por quê.

Hoje o ajuste existe na apuração, mas a justificativa mora num e-mail ou numa planilha. Olha só, tá, se a auditoria pedir o histórico de um ajuste de seis meses atrás, não tenho como mostrar de ponta a ponta. Como vocês garantem a trilha de cada ajuste manual?


Atualização:

Obrigado, pessoal. Vou fazer o ajuste de teste e ver o que o histórico grava, montar o dossiê por ajuste e separar quem lança de quem aprova. Uma dúvida de seguimento: os ajustes antigos, sem justificativa, vale reconstruir os dossiês agora ou só daqui para a frente?

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Trilha de ajuste manual em três camadas:

  1. Registro do produto: histórico de modificação, que a documentação cita no módulo de PIS e COFINS; teste para ver o que ele grava.
  2. Dossiê: por ajuste, com data, dono e vínculo com a regra.
  3. Conciliação: todo ajuste precisa entrar no conjunto comparado com a contabilidade.

Quem lança e quem aprova devem ser pessoas diferentes. Para os ajustes antigos, o material consultado não afirma prazo de guarda: defina com o jurídico. Mais em conciliação fiscal e contábil no SAP.

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Direto: discordo de tratar o histórico de modificação como prova suficiente. Sou consultor FI, não do fiscal, e peço desculpa se for básico. E aí, a questão é que histórico só mostra o que mudou, e não se a mudança era devida.

Há lançamentos manuais que existem por natureza, como os créditos extemporâneos anteriores ao controle do GUEPARDO, lançados manualmente em /FHG/APC05, segundo a documentação. Esses precisam de justificativa e de aprovação separadas, e quem aprova não deve ser quem lança.

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Para situar vocês: trabalho há 5 anos com fiscal e hoje estou migrando de outro ERP para SAP. Bem, no fim das contas, falta um terceiro cuidado, que é comparar o ajuste com o resto. O material de projeto registra como causa recorrente de diferença entre fiscal e contábil o ajuste que existe na apuração mas fica fora do conjunto comparado. Então todo ajuste manual precisa aparecer também na conciliação com a contabilidade, senão a trilha existe e o número não fecha.

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O que temos aqui: a gente resolveu por fora do sistema, com um dossiê por ajuste. Então, conforme o combinado com a auditoria, cada ajuste tem uma pasta com data, dono e vínculo com a regra que o justifica. É a mesma ideia de governança que o material de projeto descreve: dossiê com data, dono e vínculo com a regra. Dá trabalho no começo, mas a auditoria deixou de perguntar quem decidiu, porque a resposta está no dossiê, e não na memória de alguém.

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Um pouco de história: a trilha tem duas partes, o que o sistema registra e o que a empresa registra fora dele. Segundo a documentação da NTT, o módulo de PIS e COFINS traz histórico de modificação da apuração. O material que temos não afirma o que esse histórico grava campo a campo; teste no seu ambiente.

  1. Faça um ajuste de teste.
  2. Abra o histórico e veja o que aparece.
  3. Anote o que falta, como o motivo.

Olha, se não me engano, o motivo quase nunca é gravado sozinho.

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