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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como parametrizar GPS e DARF para habilitar recolhimentos no GUEPARDO Tax?

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Pessoal, bom dia. Sou desenvolvedor ABAP e trabalho há 25 anos com fiscal, hoje no S/4HANA 2021. Na apuração do GUEPARDO Tax, a rotina de recolhimentos aparece desabilitada e preciso saber quais parametrizações de GPS e DARF faltam.

Já conferi o cadastro do imposto e o código de receita. Existe uma ordem a seguir, ou um pré-requisito que costuma ser esquecido?


Atualização:

Valeu. Diga-se de passagem, pois é, não tinha olhado o status da apuração. Vou conferir se a apuração está finalizada, se o período está fechado e se o código de receita está no cadastro certo. Se a rotina continuar desabilitada, abro chamado com a NTT. Pergunta de seguimento: o que vocês olham primeiro, o status ou o cadastro do parceiro?

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Rotina de recolhimento desabilitada tem causa a investigar na ordem. Parametrização de GPS e DARF não consta na documentação da NTT que consultamos, então o roteiro vem de módulos vizinhos e de padrões de projeto; para o seu caso, pergunte à NTT ou teste.

  1. Apuração finalizada e período fechado.
  2. Código de receita no lugar certo, sem ficar preso ao parceiro.
  3. Cadastro com os dados que a retenção pede.
  4. Prova ao final: apuração, guia e contabilização do mesmo mês, conciliadas por tributo.

Detalhes de retenções em retenções na fonte no SAP.

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Uma questão só, do lado de auditoria. A dúvida é, tá: como provar depois que a guia saiu certa.

  1. Guarde a apuração, a guia e o lançamento contábil da guia do mesmo mês.
  2. Concilie por tributo, não no total.
  3. Se a guia agrupa PIS, COFINS e CSLL num código, confira se o fornecedor tinha retenção individual.

As notas de projeto apontam que a guia unificada, com conta de passivo compartilhada, piora a leitura da conciliação.

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Direto: discordo em um ponto, olhar só o status é ficar na metade. Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado e o problema real era o código de receita preso ao cadastro do parceiro.

Agora, contando nos dedos: o mesmo prestador faz serviços com códigos diferentes, e a guia sai com código errado ou com ajuste manual mensal. Nas notas de projeto que conheço, é um padrão. Com a rotina de recolhimento desabilitada, vale checar também se o cadastro tem o dado que a retenção exige e se o código de receita está no lugar certo.

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Resposta curta: a documentação da NTT que consultamos não descreve a parametrização de GPS e DARF; as duas só aparecem citadas em material de apresentação, sem passo a passo. Isso não está coberto no que consultamos; confirme com a NTT.

Olha, em todo caso, outros módulos mostram um padrão para checar:

  1. No ISS, o DAM em lote exige apuração com status Finalizado e sub-apuração criada.
  2. Na Reinf, o débito só é gerado e contabilizado com o período fechado.

Veja se a sua apuração está finalizada antes de procurar parâmetro.

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