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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

O que é o PCR no GUEPARDO Tax e como manter o mapeamento do plano referencial atualizado?

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Olá, time. Sou coordenador tributário, estou há 30 anos no fiscal e hoje no S/4HANA 1909. Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado e preciso de ajuda com o GUEPARDO Tax:

  1. O que é o PCR e para que serve no produto?
  2. O plano referencial muda por leiaute. Como manter o mapeamento atualizado sem refazer tudo?
  3. Quem deve ser o dono desse mapeamento?

Olha, pensando bem, hoje ninguém é dono.


Atualização:

Obrigado a todos. Vou conferir a versão instalada aqui para saber se o relatório da Juliana existe, e propor que a contabilidade seja dona da lista de contas, com o fiscal aprovando mudança que afete a ECF. Pergunta de seguimento: o encerramento efetivo semestral depende de o mapeamento estar fechado antes? A documentação que li não responde.


Atualização:

Atualizando: fiz o exercício do Bruno e listei os registros do mês passado. Havia uma conta criada em agosto que nunca entrou no mapeamento, e só apareceu porque comparei a lista de contas com o PCR. Vou perguntar à NTT, por escrito, como o produto recebe a versão nova do plano referencial, e guardar a resposta no dossiê do mês.

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PCR é o Plano de Contas Referencial, e a Centralização do PCR concentra o mapeamento entre contas contábeis e contas do plano, segundo a documentação da NTT. Manutenção sem retrabalho, em quatro hábitos: um responsável nomeado pela lista; fotografia do mapeamento atual antes de qualquer mudança; revisão das pendências a cada fechamento; e, quando o plano referencial mudar de leiaute, comparação entre o plano novo e o mapeamento vigente antes de carregar algo. Dois pontos ficam em aberto: como o produto absorve o plano novo e se o encerramento efetivo exige mapeamento já fechado. A documentação que consultamos não afirma nenhum dos dois; pergunte à NTT ou teste no ambiente. Veja ECD e ECF no SAP.

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Ponto único, sobre as contas sem destino. Bem, meu alerta é de processo, e vem de auditoria: conta nova que nasce na contabilidade sem aviso ao fiscal é a principal fonte de buraco. A documentação da NTT diz que a Centralização do PCR lista as contas não mapeadas, então use essa lista como pauta fixa da reunião de fechamento: cada linha ganha um responsável e uma data. Quanto ao leiaute novo do plano, como o produto o recebe a documentação que consultamos não afirma; isso fica para a NTT.

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Uma questão só, e discordo: tratar o mapeamento como tarefa só da contabilidade é arriscado. Contando nos dedos, são três áreas com interesse: contabilidade (contas), fiscal (ECF) e TI (carga). A documentação da NTT cita um Relatório de Rota de Aprovação (/FHG/RP001), disponível a partir da versão 129 do GUEPARDO. Confira se a sua versão tem esse relatório. O que ele registra exatamente, o que consultamos não detalha; teste no ambiente antes de adotá-lo como trilha de aprovação.

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Complemento com o que a Rosana não disse: o resultado do PCR é a base dos registros I050, I051, I053, I155 e I355 da ECD e dos registros L100 e L300 da apuração de IRPJ e CSLL, segundo a documentação da NTT. Bem, a dica é: antes de mexer no mapeamento, liste quais desses registros do mês anterior já foram entregues e guarde a versão atual do mapeamento. Se o PCR é a base, mexer nele muda o que sai ali depois; isso é leitura minha, então compare antes e depois.

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PCR é o Plano de Contas Referencial: segundo a documentação da NTT, a Centralização do PCR mantém um mapeamento único entre contas contábeis e contas do PCR, lista contas não mapeadas e gera balanço e DRE referenciais mensais. Veja, a sacada é que o mapeamento é um só, e isso já responde sua terceira pergunta: uma lista, um dono. A documentação cita a transação /FHG/PCR010 para o mapeamento e /FHG/PCR080 para o painel de apurações do PCR.

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