Pular para o conteúdo

Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como garantir a continuidade fiscal do GUEPARDO Tax se a equipe ou a consultoria mudar durante a reforma?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas
0 Visualizações

Pano de fundo: Acabei de assumir a área, vindo de telecom, e a rotatividade aqui é alta. Duas pessoas que conheciam o GUEPARDO Tax saíram este ano, e a consultoria também pode mudar durante a reforma. O C-level quer saber que registros permitem outra pessoa assumir sem o fiscal parar. O que vocês deixam documentado, e onde?


Atualização:

Obrigado, pessoal. A regra é, pois é, vou começar pelo inventário de Z: ele já existe, mas sem dono. Depois marco uma sessão de passagem com a consultoria atual. Dúvida de seguimento: quanto tempo antes da saída a sessão de passagem deve acontecer?

Avatar
Cancelar

Sobre o seguimento: o material que temos não traz prazo de passagem. Faça a sessão com folga, antes do último fechamento da consultoria atual. O pacote de continuidade:

  1. Regras: dono e data de revisão.
  2. Dossiê: evidência com data e vínculo com a regra, guarda definida com o jurídico.
  3. Extensões Z: inventário vivo, com análise de impacto antes e regressão depois.
  4. Passagem: sessão com quem assume, mais acesso individual e revogado ao fim.

Mais em como escolher sustentação fiscal.

Avatar
Cancelar

Primeiro o cenário. Discordo de depender só de documento. Em todo caso, né, quando muda o fornecedor sem passagem de conhecimento das customizações, o papel não salva sozinho: precisa de sessão de passagem com quem vai assumir. E acesso: o material que conheço manda ser individual, nunca por credencial compartilhada, e revogado ao fim. É material de baixa confiança, então trate como boa prática a conferir.

Avatar
Cancelar

Olá, comunidade. O inventário de extensões Z é o que mais falta. E olha que, viu: inventário vivo com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto, e análise de impacto antes e regressão depois de cada mudança. É a parte que mais quebra na atualização, e é onde a consultoria que sai leva o conhecimento embora.

Avatar
Cancelar

Perdoem a ignorância: Sou auditor interno. O mínimo para outra pessoa assumir é inventário de regras com dono, dossiê por obrigação e inventário de extensões Z.

  1. Regras: cada uma com dono e data de revisão.
  2. Dossiê: evidência com data, dono e vínculo com a regra. De cabeça, tá, o período de guarda se define com o jurídico.
  3. Extensões Z: o que cada uma faz e o que assume do produto.
Avatar
Cancelar

Sem querer atrapalhar: Eu faria diferente: em vez de documento solto, a passagem vira rotina. Toda mudança de configuração gera um registro curto com o quê, por quê e quem aprovou. Olha, batendo o olho, depois de um semestre o histórico explica o ambiente. Use a mesma estrutura da documentação da NTT, em que cada módulo traz Visão Geral, Pré-Requisitos, Arquitetura, Configurações e Funcionalidades, para o novato achar tudo no mesmo lugar.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!