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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como o GUEPARDO Tax fica coberto pela AMS Fiscal após a implantação?

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O que temos aqui: o projeto do GUEPARDO Tax termina em alguns meses e estamos avaliando um contrato de AMS Fiscal para depois. A diretoria pediu uma lista de perguntas para fazer antes de assinar, para entender o que a sustentação cobre no produto e o que continua com a empresa. Olhando o número, é pouca gente no fiscal aqui, e ninguém quer descobrir no primeiro incidente que o chamado era de outro lado. Que perguntas vocês fariam?


Atualização:

Ajudou bastante. Então são dois blocos de pergunta: quem faz o quê com o produto, e onde o escopo costuma estourar. Duas dúvidas de seguimento: que acessos e ferramentas o cliente precisa ter prontos antes de começar, e como pedir os níveis de serviço sem cair em número que não diz nada?

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A AMS Fiscal sustenta o ambiente fiscal do cliente; o produto em si, com a licença e os defeitos dele, é da NTT. Perguntas para levar à reunião:

  1. Quem abre e acompanha o chamado quando a causa está no produto?
  2. O que é incidente, o que é melhoria e o que vira projeto?
  3. Como é a análise de impacto antes de atualizar versão?
  4. Que acessos individuais, ferramenta de chamados e ambiente de qualidade o cliente precisa ter?
  5. Como funciona a passagem de conhecimento das customizações?

Detalhe do que cada release muda, o material que temos não afirma; confirme com a NTT. Mais sobre o formato em como escolher sustentação fiscal no SAP.

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Então, abrindo um parêntese sobre as duas dúvidas. Dependências que costumam aparecer: acesso individual aos ambientes, ferramenta de chamados, contrato do cliente com a NTT para o produto e ambiente de qualidade. Sem isso a sustentação começa travada.

Sobre nível de serviço: medir só tempo de resposta engana. Peça causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório periódico que mostre recorrência. Número de nível de serviço não consta no material que temos; confirme na proposta.

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Em resumo, né: pergunte quem faz o quê em cada tipo de problema. A manutenção da licença e a correção de defeitos do produto são da NTT. A AMS Fiscal sustenta o ambiente do cliente. Por isso a primeira pergunta é: quando a evidência apontar para o produto, quem abre o chamado e como o cliente acompanha? Pelo que se vê em propostas, a sustentação costuma abrir o chamado no canal oficial da NTT. Isso é julgamento, não regra de contrato; peça por escrito.

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Veja, e olha que eu concordo com a divisão, mas discordo de começar por ela. Começaria pelo que muda de vez em quando: o que acontece na atualização de versão e quando o escopo vira projeto. É onde mais dá briga. Riscos que se repetem em propostas lidas por amostra:

  • escopo mal definido entre sustentação e projeto;
  • treinamento do processo padrão do produto fora do contrato;
  • indicador que não separa o que depende de terceiros;
  • troca de fornecedor sem passagem de conhecimento.

Eu perguntaria sobre cada um deles, um por um.

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