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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Em fusão e aquisição, como incorporar a base fiscal da empresa adquirida ao GUEPARDO Tax?

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Dúvida curta: A empresa adquiriu outra, vieram novos CNPJs e um ERP diferente do nosso. Em seis meses precisamos de uma apuração unificada. Acompanho o GUEPARDO Tax desde a implantação aqui. O que precisa estar pronto para a base fiscal do adquirido entrar, e por onde começo?


Atualização:

Valeu, pessoal. Montei a matriz de CNPJ por obrigação e, bem, no ambiente de qualidade eu ainda não testei nada, mas ela já mostrou duas obrigações que o outro ERP gera e ninguém tinha listado. Dúvida de seguimento: quem valida o resultado antes do primeiro fechamento unificado, a consultoria ou o fiscal da empresa?

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Resumo do caminho:

  1. Inventário: matriz de CNPJ por obrigação, com dono.
  2. Decisão por CNPJ: migra, convive ou encerra.
  3. Dado: numa migração ECC para S/4HANA, a nota de projeto que conhecemos diz que apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos. A lógica se repete aqui, mas é julgamento, não fato medido.
  4. Validação: quem valida é o cliente. O teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa.

Veja também dados mestres fiscais no SAP.

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Primeiro o cenário. Já vi aquisição com prazo curto virar projeto único e dar errado. Olha, a lição é fechar em seis meses o que é mais arriscado, em vez de tudo de uma vez. O padrão de risco é conhecido: o projeto "passa em todos os testes" e o primeiro fechamento mostra diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza. Eu priorizaria as obrigações de maior risco e deixaria as de menor volume para uma segunda fase.

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Sem querer atrapalhar: Antes de importar qualquer coisa, decida por CNPJ o que migra, o que fica no outro ERP até o fim da transição e o que deixa de existir. Passamos por situação parecida, e bem, o x da questão não é o produto, é o dado. Segundo a NTT, o GUEPARDO opera sobre uma única base de dados de apuração, com rotinas de pré-validação. Uma base única só ajuda se o dado que entra nela estiver limpo e com dono.

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  1. Monte uma matriz de CNPJ por obrigação: o que cada CNPJ entrega hoje e quem entrega.
  2. Marque o que o outro ERP faz e o SAP não faz. Uma ressalva, viu: a regra de negócio que vive só em planilha é a primeira a se perder.
  3. O material que temos não descreve importação de histórico fiscal de outro ERP para o produto. Confirme com a NTT antes de prometer isso.
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