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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

O que o AMS Fiscal deve cobrir depois da implantação do GUEPARDO Tax?

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Primeiro o cenário. Somos uma operação de logística, a implantação do GUEPARDO Tax está terminando e eu, como gerente fiscal, preciso desenhar o contrato de suporte para depois do go-live. Sou da área fiscal de negócio, não da parte técnica, e peço desculpa se a pergunta for básica.

Se não me engano, pois é, o risco é fechar um escopo largo demais e pagar por coisa que não é sustentação, ou estreito demais e ficar sem ninguém no mês de fechamento. Quais rotinas fiscais cabem no AMS Fiscal e o que fica com a nossa equipe?


Atualização:

Obrigado, pessoal, desenhei a minha lista: o que o AMS Fiscal cobre (incidente, causa raiz, melhoria limitada, impacto de atualização) e o que fica comigo (decisão, validação, acessos, contrato com a NTT). Uma pergunta de seguimento: como medir o atendimento? Medir só tempo de resposta me parece pouco, mas não sei o que mais pedir no relatório.

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Para o seu desenho de contrato, a conversa chegou a isto:

  1. Vai para o prestador: o dia a dia de sustentação e a investigação até a origem do problema, com registro de cada atendimento.
  2. Fica com a empresa: decisão tributária, validação, acessos individuais, contrato com a NTT e ambiente de qualidade.
  3. Cuidado no escopo: separar sustentação de projeto, deixar o treinamento do processo padrão de fora e pedir indicador que separe o que depende de terceiros.

O material que temos não traz níveis de serviço nem cláusulas. Confirme com a NTT o que é dela e escreva o escopo antes de assinar. Para a escolha, veja como escolher a sustentação fiscal no SAP.

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Um pouco de história e um alerta, porque já vi isso dar errado: discordo de colocar o treinamento do processo padrão do produto dentro do AMS Fiscal. Os materiais de projeto que li apontam esse item como risco recorrente, porque só se transfere em treinamento o que foi customizado, e o padrão do produto fica fora do contrato. Trabalho há dez anos com fiscal e hoje estou em outro ERP migrando para SAP. Se a equipe nova precisa de treino de processo, ele entra como curso à parte, com data e responsável, não como sustentação.

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Saudações, pessoal. Colocando no papel, é isto que fica com a empresa, qualquer que seja o escopo:

  1. Decisão tributária e validação do resultado: o teste técnico do prestador não prova que a apuração do mês está certa.
  2. Acesso individual aos ambientes, nunca credencial compartilhada.
  3. Contrato da empresa com a NTT para o produto e ferramenta de chamados.
  4. Ambiente de qualidade disponível para testar atualização.

Sou controller há vinte anos no fiscal e, sem esses quatro itens prontos, o contrato começa travado.

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Em geral um AMS Fiscal cobre incidente, causa raiz, melhoria dentro de limites, análise de impacto de atualização de versão e documentação de cada atendimento. Olá a todos. Então, pra não esquecer, o ponto que separa os papéis: a correção de defeito do produto é da NTT, e o AMS Fiscal abre o chamado no canal oficial da NTT quando a evidência aponta para o produto. Isso fica fora da sua equipe e fora do prestador.

Sou analista em transição de carreira, então o que conto vem de leitura, não de experiência de contrato.

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Para situar vocês: aqui no varejo escolhemos desenhar o contrato por fase, não por lista de rotinas. Nos primeiros fechamentos depois do go-live, foco em estabilizar, com atendimento próximo. Depois, rotina de governança, com revisão periódica. Ainda não existe aqui um contrato fechado nesse formato, então conto como ideia e não como resultado. Na prática, a vantagem é que o escopo se reduz sozinho quando o ambiente estabiliza, e ninguém discute o que mudou. O material que temos não detalha o que cada família de AMS Fiscal cobre, por isso o escopo escrito é o que vale.

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