Resumo da dúvida: segundo a NTT DATA, a solução opera sobre uma única base de apuração, e o gestor da área quer entender o que isso muda na governança. Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado, quando fiscal e contabilidade apresentaram valores diferentes e cada lado tinha a sua planilha. A sacada é, ó, saber se uma base única acaba com isso ou só muda o lugar do problema.
O que o gestor pode exigir por causa dessa base única, e o que não deve assumir?
Atualização:
Obrigada, Márcio, Juliana e Kátia. A ideia de uma apuração oficial por período e empresa já entra como regra. Pergunta de seguimento: se a base é única mas existem apurações de teste e a oficial, como a gente marca qual vale, e quem tem permissão de mudar essa marca?