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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Quais evidências o GUEPARDO Tax deve guardar para provar que a apuração bate com o razão?

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Foi mal a pergunta. Sou gerente fiscal em RISE e a auditoria interna pediu prova mensal de que a apuração bate com a contabilidade. Hoje a prova é uma planilha manual que só uma pessoa sabe montar, e isso me preocupa mais que a diferença em si. Já passamos por situação parecida no fechamento do mês passado, e de longe, tá, parecia tudo certo até alguém abrir a planilha. Quais evidências o sistema deve guardar para eu mostrar à auditoria, sem depender da planilha e sem inventar controle que o produto não tem?


Atualização:

Obrigado a todos. Vou montar o pacote da Letícia, mas incluindo a lista de exceções da Kátia Martins, que me faltava. Pergunta de seguimento: quem assina o pacote de cada mês, o fiscal ou o contábil? E se a diferença aparecer, vocês deixam o pacote como está e abrem um segundo com a correção, ou corrigem o mesmo? Quero a trilha completa, sem reescrever o passado.

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Fechando: a prova de que a apuração bate com o razão é um pacote datado e com dono, não uma planilha.

  1. Relatório de conciliação do período fechado, com data e responsável.
  2. Lista do que ficou fora da comparação: lançamento manual, nota sem contabilização, ajuste não comparado.
  3. Assinatura de quem responde pela regra no fiscal e no contábil.

A documentação da NTT que consultamos não afirma qual relatório cobre cada tributo: confirme com a NTT ou teste no ambiente. O período de guarda se define com o jurídico da empresa. Mais em conciliação fiscal e contábil no SAP.

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Perdão pela dúvida simples, mas o ponto do período de guarda é do auditor. Por via das dúvidas, tá, combinem com o jurídico da empresa quanto tempo o pacote precisa ficar guardado e onde. Cada evidência deve ter dono e vínculo com a regra que ela prova: dossiê com data, dono e vínculo com a regra. Sem isso, a pasta vira arquivo morto, e a auditoria pede de novo no ano seguinte.

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Pano de fundo: no meu caso, o relatório é só metade da prova. Olha, pelo que testei, o auditor fica satisfeito quando recebe, numa pasta única do mês, a apuração já finalizada, o lançamento contábil que ela gerou e o saldo da conta de imposto no razão na mesma data, tudo lado a lado. Para PIS e Cofins, a documentação da NTT cita relatório de conciliação e lançamentos contábeis entre as funcionalidades, então esse conjunto é possível sem a planilha manual.

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Boa tarde, pessoal. Discordo de apostar tudo num relatório que mostra o que a apuração tem. O fato é que, tá, na nossa leitura de casos a diferença quase sempre vem de fora do que o relatório compara: nota emitida por caminho sem lançamento contábil automático, lançamento manual direto na conta de imposto ou ajuste que existe na apuração e fica fora do conjunto comparado. Então a evidência precisa listar também o que ficou fora. Isso é julgamento e não medição.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Agora, eu aprendi na marra: a evidência que a auditoria aceita tem data, dono e liga a apuração ao razão. A documentação da NTT diz que o add-on oferece consultas e relatórios de conciliação nos formatos do SPED ou conforme a demanda fiscal. Então, o primeiro passo é rodar o relatório de conciliação do período fechado e guardar a saída, com data e responsável. Qual relatório cobre cada tributo, a documentação consultada não detalha: confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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