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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Quais perguntas o C-level deve fazer antes de aprovar a implantação do GUEPARDO Tax?

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Direto: o comitê financeiro vai aprovar o projeto de apuração fiscal e a decisão corre o risco de sair só pela demonstração, que foi bonita. Eu sou novo na área e entrei há pouco tempo, vindo de outro ERP em migração para SAP, e não tenho repertório para questionar.

Falta um roteiro de perguntas que o C-level deva fazer antes de aprovar a implantação do GUEPARDO Tax. Que perguntas são essas, em linguagem de quem decide, e o que a demonstração costuma esconder?


Atualização:

Na homologação, viu, é onde aparece o que a demonstração não mostra, então vou pedir o plano de homologação logo. Vou levar as seis perguntas ao comitê e a de dado e governança. Dúvida de seguimento: como o comitê trata a pergunta sobre a sustentação depois do go-live, se o contrato ainda nem existe?

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Para o comitê levar à mesa: a lista de obrigações cobertas, com a documentação de cada uma; o nome do dono das regras do lado da empresa; a definição de quem aceita o fechamento; o pedido, por escrito, do que a proposta deixa em silêncio; a responsabilidade pelo dado e pela governança; e o desenho da sustentação, com causa raiz e passagem de conhecimento. A demonstração exibe a ferramenta, e as perguntas exibem o risco que fica com o cliente. Para a pergunta de sustentação, veja como escolher sustentação fiscal no SAP.

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Sobre o que a proposta não afirma, e aí, em linhas gerais, o material que temos registra lacunas: desempenho, volume, janela de processamento, dimensionamento e nível de serviço. Isso não significa que o produto não entregue, e sim que não temos evidência escrita. Peça ao fornecedor a evidência por escrito e, se possível, a prova em ambiente de qualidade com dado real. Registre a data da pergunta e da resposta para a decisão ficar auditável.

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Discordo de esperar tudo da demonstração e da proposta, veja, o ganho é: o ganho é perguntar também sobre o que cabe ao cliente. Segundo o material, o produto não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança. O comitê deve perguntar quem prepara o dado, quem desenha a governança e quem decide a tese. O projeto entrega o sistema configurado; a decisão tributária e a qualidade do dado ficam com a empresa.

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Seis perguntas que a demonstração não responde. Quais obrigações entram, uma a uma, e com qual documentação? Quem é dono de cada regra no cliente? Quem valida a apuração do mês? Como é o teste do primeiro fechamento? O que acontece depois do go-live, na sustentação? E o que a proposta não afirma? e aí, a exceção é. Segundo o material que temos, quem valida é o cliente: o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa.

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