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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como escolher entre implantar o GUEPARDO Tax com equipe interna ou com parceiro?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Pra dar o contexto: sou desenvolvedor ABAP, não sou do fiscal, e o CFO me pediu para montar o raciocínio de decisão entre tocar a implantação do GUEPARDO Tax só com a equipe interna ou apoiar-se em um parceiro do canal autorizado. Ele não quer falar de preço agora, quer critério.

Estamos em S/4HANA 1909, em fase de rollout. Agora, o detalhe é que a equipe interna conhece bem o SAP, mas ninguém aqui implantou fiscal de ponta a ponta. Que critérios eu levo para a reunião com ele?


Atualização:

Obrigado. Vou levar ao CFO a divisão por teste da Raquel e o ponto do escopo escrito do Diego. Uma dúvida de seguimento: em qualquer dos dois caminhos, o suporte do produto continua sendo da NTT, ou muda conforme eu tenha parceiro ou não?

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Não existe resposta única, mas a escolha se decide por critérios, não por preço:

  1. Quem valida: a homologação e a interpretação tributária são do cliente nos dois caminhos.
  2. Quem conhece as extensões Z: a equipe interna costuma ficar com elas, com inventário e dono.
  3. Passagem de conhecimento: exigir por escrito, em qualquer fornecedor.
  4. Escopo: separar por escrito projeto, sustentação e treinamento.

Sobre a dúvida do Paulo: segundo a ficha que usamos, a manutenção da licença e a correção de defeitos do produto são da NTT. Ter ou não parceiro não muda isso; confirme os termos no contrato de vocês com a NTT.

Para detalhar os critérios depois do go-live, veja como escolher sustentação fiscal no SAP.

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Direto ao ponto: olhem as extensões Z. As notas de projeto dizem que elas são a parte do fiscal que mais quebra na atualização, e que a regra é parametrizar antes de desenvolver. Quem tem ABAP interno costuma ficar com elas, e aí vale um inventário com dono. Em resumo, viu, a equipe interna é quase sempre dona das extensões, com ou sem parceiro.

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Se a dúvida for repetida, desculpem, mas discordo em parte do modelo misto. Meu ponto, né, é que ele só funciona com o escopo escrito:

  1. o que é projeto e o que é sustentação;
  2. o que o treinamento cobre, porque o processo padrão do produto pode ficar fora do contrato e só se transfere o que foi customizado;
  3. quem responde quando o problema está no limite entre os dois.

Sem isso, a conta chega no primeiro incidente.

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Só pra alinhar, complemento com a lista de testes que o material traz, e com quem costuma ficar com cada um:

  1. técnico: consultoria;
  2. integrado: cliente, com apoio;
  3. regressão;
  4. contábil;
  5. homologação do cliente, que inclui a interpretação tributária;
  6. primeiro fechamento em produção.

A divisão por teste ajuda a ver onde falta gente interna, antes de falar em parceiro.

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Sei que deve ser básico, porém aqui pensamos num caminho misto: parceiro no desenho e na primeira apuração, equipe interna assumindo a sustentação depois, com passagem de conhecimento escrita. Dito isso, né, o risco que as notas de projeto apontam é a mudança de fornecedor sem passagem de conhecimento das customizações. Combinamos também que o acesso do consultor seja individual, nunca por credencial compartilhada, e revogado ao fim.

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Boa noite, colegas. Um critério que eu levaria primeiro: quem vai provar que o primeiro fechamento está certo. Segundo as notas de projeto que usamos como referência, a validação final é sempre do cliente, com ou sem parceiro, e o teste técnico de quem implanta não prova que a apuração do mês fecha. Então a equipe interna precisa existir de qualquer jeito, só muda o quanto ela faz sozinha. Um palpite, né: comece listando quem na empresa assina cada teste.

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