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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como estruturar o suporte pós-implantação do GUEPARDO Tax para que a rotina fiscal não pare?

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Talvez seja bobagem, mas o projeto do GUEPARDO Tax terminou e o conhecimento ficou concentrado em duas pessoas. Sou key user fiscal e acompanho o assunto desde que viemos de outro ERP para o SAP. O C-level quer um modelo de suporte com acordo de resposta, para o fechamento não depender de quem está de férias. Uma ressalva, tá: não sei nem o que pedir. Que itens um modelo de suporte precisa ter, e como evitar que vire só um prazo de resposta?


Atualização:

Obrigada. Vou separar três pedidos ao C-level: inventário com dono, divisão entre sustentação e projeto, e relatório de recorrência. O ponto do Ricardo me convenceu a começar pelo inventário. Pergunta de seguimento: o relatório de recorrência é entregue pelo fornecedor ou o cliente também precisa ter o seu?

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Suporte pós-implantação que mantém a rotina fiscal de pé exige mais que prazo de resposta: exige causa raiz, passagem de conhecimento e relatório de recorrência.

  1. Inventário do que foi parametrizado e desenvolvido, com dono e substituto.
  2. Divisão escrita entre sustentação, projeto e o que é da NTT, como a manutenção da licença e a correção de defeitos.
  3. Acessos individuais aos ambientes, nunca por credencial compartilhada.
  4. Relatório periódico com recorrência, para ver se a mesma causa volta.

Valores de acordo de nível de serviço: o material que temos não afirma; confirme com a NTT ou com o fornecedor. Para comparar modelos, veja como escolher sustentação fiscal no SAP.

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Dúvida pontual, e por via das dúvidas, é bom lembrar a divisão de papéis: a manutenção da licença e a correção de defeitos do produto são da NTT, e a sustentação do cliente é outra coisa. Então o modelo de suporte precisa dizer quando o chamado vai para o canal oficial da NTT. As dependências que costumam travar são acesso individual aos ambientes, ferramenta de chamados e o contrato do cliente com a NTT.

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Sem querer atrapalhar, discordo de começar pelo contrato. Bem, o x da questão é a concentração: duas pessoas sabendo tudo é o risco, qualquer contrato que o ignore falha no primeiro afastamento. Eu começaria por um inventário do que foi parametrizado e desenvolvido, com dono, e pela passagem de conhecimento documentada. Níveis de serviço numéricos: o material que temos não afirma valor de mercado; confirme com a NTT ou com o fornecedor escolhido.

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Vamos ao que interessa: prazo de resposta sozinho engana. Como de costume, né, peça três coisas antes do prazo: causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório periódico que mostre recorrência. Se o mesmo chamado volta toda semana, o tempo de resposta pode estar ótimo e a rotina continua parando. Peça também a definição do que é sustentação e do que é projeto, porque escopo mal definido é um risco recorrente.

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