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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como organizar a carga de dados mestres fiscais para a implantação do GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Sei que deve ser básico, porém: estamos planejando a implantação do GUEPARDO Tax e ninguém definiu quem é o dono da carga de dados mestres fiscais. Sou auditor interno e acompanho o assunto desde o RISE with SAP. Pra fechar, pois é, o gestor quer uma divisão de responsabilidade entre fiscal, TI e consultoria. Quem define o conteúdo, quem executa a carga e quem valida?


Atualização:

Isso muda o desenho. Vou separar a carga em dois tipos: o que o fiscal define e o que exige validação de outras áreas. Uma dúvida: como provar à auditoria que a carga está correta antes do go-live, e não só depois do primeiro fechamento?

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Divisão de responsabilidade para a carga de dados mestres fiscais:

  1. Fiscal: define o conteúdo e as regras de cada campo e valida o resultado.
  2. TI: executa a carga e guarda o log.
  3. Consultoria: desenha o modelo de carga e prova o comportamento.
  4. Outras áreas: validam o que o fiscal não enxerga, como cadastro de parceiro e letras no CNPJ.

Prova antes do go-live: amostra comparada com a fonte, com data e responsável. O material que temos não afirma a lista de tabelas de cadastro da sua versão do produto; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Veja dados mestres fiscais no SAP.

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Tirando a prova, é por camadas: compare a carga com a fonte, por amostra, e registre resultado, data e responsável. Mas o teste que conta é o primeiro fechamento em produção, depois do teste técnico, do integrado, da regressão, do contábil e da homologação do cliente. Esse último inclui a interpretação tributária, que é do cliente.

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Discordo de deixar a validação só com o fiscal. Então, olhando o número de itens que a retenção exige, há dado que o fiscal não enxerga sozinho:

  1. Cadastro do parceiro: tipo de prestador, obra, natureza do rendimento, dependentes.
  2. Código de receita preso ao cadastro do parceiro.
  3. Letras no CNPJ, com interfaces e obrigações que as aceitem.

Cada item precisa de dono e de teste.

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Olha, a dúvida é como organizar a carga. A documentação da Reinf mostra que o cadastro de fornecedores e clientes tem tabela própria no produto, então a carga fiscal pode envolver tabelas do produto além das do SAP. Peça à NTT a lista de tabelas de cadastro que a sua versão usa, em vez de supor, e registre a resposta com data.

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Quem define o conteúdo é o fiscal, quem executa a carga é a TI, e quem desenha o modelo de carga e prova o resultado é a consultoria. É julgamento de projeto, não regra da NTT. No rollout, né, o erro comum é inverter: a TI define o que carregar. O motivo é que, segundo o material institucional, o produto não corrige dado mestre ruim, então o dado precisa chegar certo.

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