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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como organizar o suporte do GUEPARDO Tax entre a equipe interna, a consultoria e a NTT?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Perdão pela dúvida simples. Sou gestor da área fiscal e, na última vez que a apuração travou, três pessoas ligaram para três lugares diferentes: a equipe interna, a consultoria e a NTT. Ninguém sabia quem tinha a bola. Passamos por uma situação parecida no fechamento do mês passado e perdemos um dia só decidindo a quem acionar. Quero desenhar um fluxo de escalonamento escrito, com regra de quando o problema sobe de nível. Como vocês dividem isso na prática? O que a NTT atende e o que fica com a consultoria?


Atualização:

Obrigado, pessoal. Na última auditoria, né, pediram o registro de quem acionou quem e não tínhamos nada escrito. Vou montar um rascunho de uma página com os três níveis, os quatro pré-requisitos e os três campos do chamado. Uma dúvida de seguimento: quando a causa suspeita é uma extensão feita por outra consultoria, o chamado vai para quem? Para a NTT não parece certo.

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Resumindo a conversa para quem chega agora:

  1. Fronteira: correção de defeito do produto é da NTT; configuração, dado e extensão são da empresa e da consultoria de sustentação.
  2. Escalonamento: a equipe interna reproduz, a consultoria investiga a causa raiz, e a NTT recebe chamado só com evidência que aponte para o produto.
  3. Pré-requisitos: acesso individual, ferramenta de chamados, contrato com a NTT em dia e ambiente de qualidade.
  4. Prova: chamado de treino aberto por quem não participou do projeto, e causa repetida tratada como causa raiz.

Quem atende extensão de terceiros ou cada versão do produto a documentação disponível não afirma: confirme com a NTT. Para o desenho do contrato, veja como escolher a sustentação fiscal no SAP.

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Discordo de um ponto: subir cedo demais para a NTT não é o melhor caminho. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado e o chamado voltou três vezes porque a causa estava na parametrização nossa. O segredo é, né, exigir causa raiz antes de subir. Um sintoma comum é a sustentação em que os chamados repetem a mesma causa e ninguém domina o ambiente fiscal. Critério prático: se o mesmo erro aparece pela segunda vez, ele deixa de ser incidente e vira item de causa raiz, com dono e data.

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Aqui a gente resolveu de outro jeito. Acabei de assumir a área, vindo de serviços, e vi que dividir só por nível não bastava; dividimos também por prazo. Veja, no fechamento, um erro que bloqueia a entrega tem hora para ser escalado, e um erro de rotina espera a fila normal. Registramos três campos em cada chamado: impacto na obrigação, causa suspeita e quem decide subir. Cuidado com o indicador: contar só tempo de resposta mistura o que depende de terceiros com o que é nosso, e o gestor lê a conta errada.

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Comece pela fronteira: segundo o material que usamos, a manutenção da licença e a correção de defeitos do produto são da NTT. A sustentação sobre a licença (configuração, causa raiz, evolução da parametrização) é outro papel. Acompanho o assunto desde a implantação e o teste é, ó, simples: o erro se explica por configuração, dado ou extensão da própria empresa, ou a evidência aponta para o produto?

  1. Nível 1, equipe interna: reproduzir o erro e anotar documento, período e tela.
  2. Nível 2, consultoria: investigar a causa raiz.
  3. Nível 3, NTT: chamado no canal oficial, só quando a evidência aponta para o produto.
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Só completando o que o Leonardo disse, olha, na minha rotina o que mais atrasa é pré-requisito, não o nível. Antes de escrever o fluxo, confirme quatro dependências: cada pessoa com acesso individual aos ambientes, a ferramenta de chamados definida, o contrato da empresa com a NTT para o produto em dia e um ambiente de qualidade onde o erro possa ser reproduzido. Sem isso o chamado sobe sem evidência e volta com pedido de informação. Teste simples: peça a alguém que não participou do projeto abrir um chamado de treino seguindo só o papel que vocês escreveram.

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