Olá pessoal. Estou migrando minha vivência anterior da indústria química para este ambiente e estou com um desafio na transição de carreira. Estamos com o ECC 6.0 e preciso configurar a parte fiscal para suportar a emissão desses documentos eletrônicos. Como vimos, né, o volume de obrigações acessórias é grande e toca em várias pontas. Antes de mergulharmos na parametrização do SAP, gostaria de alinhar se temos todos os pré-requisitos operacionais e documentais prontos. Considerando a complexidade da legislação fiscal, quais são os pontos cruciais que precisam estar totalmente mapeados e validados antes de começarmos a configurar a emissão da NF-e, NFC-e, CT-e, MDF-e e NFS-e no sistema?
Atualização:
Agradeço pelos pontos levantados, como vimos, né, a necessidade de cada unidade física estar regularizada junto ao cadastro estadual e o credenciamento para o CT-e. Já verificamos que o processo de geração e transmissão do CT-e é eletrônico e depende dessa aprovação prévia. Seguindo essa linha, gostaria de saber como devemos proceder se o contribuinte possui mais de um local físico, e qual o critério para que todos os estabelecimentos estejam devidamente credenciados perante a Secretaria da Fazenda.
Atualização:
Agradeço a todos pelas visões. Como vimos, né, a variação na exigência fiscal entre os entes fazenda é um ponto sensível. Já mapeamos a necessidade de cada unidade autônoma estar inscrita no cadastro estadual para cumprimento da obrigação acessória, o que é um passo fundamental. Diante disso, gostaria de saber qual o impacto operacional se o processo de geração do documento fiscal eletrônico for iniciado antes da confirmação de todas essas pré-condições no ambiente de testes do sistema.