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Quem deve ser o responsável por migração do GRC NF-e para o DRC dentro da empresa?

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6 Respostas

Acompanho esse assunto desde a implantação do nosso S/4HANA 1909 e a transição do GRC NF-e para o DRC tem gerado bastante ruído interno. Já tentamos mapear os fluxos e os pontos de passagem de informação, mas a complexidade do novo layout e das regras de validação exige uma sincronia perfeita entre os módulos legados e o novo ambiente. Os gargalos atuais parecem residir justamente na definição clara de quem assume a responsabilidade por essa migração de processo granular. Vou direto, tá. Dada a criticidade tributária da operação, quem, operacionalmente, deve ser o dono deste processo de transição das informações fiscais do GRC para o DRC dentro da estrutura da companhia?


Atualização:

Pessoal, agradeço as visões trazidas sobre este tema migratório. Vou direto, tá, nosso teste inicial focou em como o campo "tpEmis" do XML se comporta nas duas plataformas. Percebemos que a transição entre os formatos realmente traz implicações processuais sérias. Diante dessa complexidade, gostaria de saber como equilibramos a validação tributária contínua com a execução técnica da mudança de sistema.

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A passagem do sistema anterior para o novo ambiente dono de tributos envolve mais do que uma simples atualização técnica. A chave reside na delimitar claramente quem chancela a informação e quem executa a passagem. O time com domínio da legislação deve prover a acurácia dos dados que serão migrados. Por sua vez, a equipe de desenvolvimento deve garantir que a nova plataforma aceite esses dados no formato correto, como o campo que codifica o tipo de documento. Portanto, sugiro estabelecer um comitê conjunto, onde o time tributário valida o conteúdo e a área de TI assegura a integridade da execução técnica da mudança. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Discordo da ideia de que a responsabilidade final seja unicamente do time fiscal. Embora o conhecimento tributário seja insubstituível para as decisões de negócio, a execução da migração de um sistema legado para um novo ambiente como o DRC é um projeto de engenharia de software. Veja, se não me engano, a implementação técnica dos novos layouts e regras de validação, como a codificação correta no campo "tpEmis" do XML, exige um domínio técnico profundo que ultrapassa o escopo usual da operação fiscal diária.

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Na minha experiência anterior, quando enfrentamos transições de sistemas, entendemos que uma abordagem híbrida era mais segura. A equipe de negócio, nossa, era responsável por fornecer o cenário tributário correto, como a incidência do ICMS. O time de tecnologia, que eu saiba, tá encarregado de executar a passagem desses dados para o novo ambiente, respeitando as regras de negócio. O fluxo ideal é assim: o fiscal valida o que precisa ser transmitido, e o TI garante que o formato de transmissão atenda ao padrão exigido.

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A definição clara do responsável pela migração do GRC NF-e para o DRC é um ponto que precisa ser endereçado pela liderança da área tributária, dado o impacto operacional e fiscal envolvido. Embora eu venha de um ambiente de distribuição e estejamos acostumados com a transição, a complexidade inerente ao novo fluxo exige um mapeamento mais profundo. Veja, a saída é que a adoção do novo sistema deve ser acompanhada por um entendimento sólido de como os dados passam por cada etapa. É fundamental que haja um dono definido para garantir que todos os detalhes, como a codificação correta no campo "tpEmis" do XML, sejam gerenciados adequadamente durante a transição.

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Pessoal, como key user fiscal com minha vivência, sugiro que seja feita uma análise detalhada dos fluxos de dados, comparando os pontos de passagem entre o antigo e o novo sistema. O que observamos é que a migração não é apenas técnica, mas também processual. Se a transição é mais de um ajuste fino no sistema, o time de TI assume a maior parte. Contudo, se o desafio envolve a interpretação de regras tributárias complexas, como a codificação no campo "tpEmis" do XML, o time fiscal precisa liderar. De qualquer forma, tá, precisamos alinhar o escopo de cada um para não haver sobreposição de tarefas.

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Alexandre Cavalcanti, como gerente fiscal com minha vivência, concordo que a migração exige um olhar além do puramente técnico. Se considerarmos que a correta utilização do novo layout do qrCode, por exemplo, depende da informação correta no campo "tpEmis", o time que detém o conhecimento tributário profundo precisa guiar essa transição. A responsabilidade, na sustentação, viu, não pode ser só da área de TI; ela deve ser compartilhada, com o fiscal sendo o validador final do negócio que está sendo transmitido.

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