Acompanho esse assunto desde a implantação do nosso S/4HANA 1909 e a transição do GRC NF-e para o DRC tem gerado bastante ruído interno. Já tentamos mapear os fluxos e os pontos de passagem de informação, mas a complexidade do novo layout e das regras de validação exige uma sincronia perfeita entre os módulos legados e o novo ambiente. Os gargalos atuais parecem residir justamente na definição clara de quem assume a responsabilidade por essa migração de processo granular. Vou direto, tá. Dada a criticidade tributária da operação, quem, operacionalmente, deve ser o dono deste processo de transição das informações fiscais do GRC para o DRC dentro da estrutura da companhia?
Atualização:
Pessoal, agradeço as visões trazidas sobre este tema migratório. Vou direto, tá, nosso teste inicial focou em como o campo "tpEmis" do XML se comporta nas duas plataformas. Percebemos que a transição entre os formatos realmente traz implicações processuais sérias. Diante dessa complexidade, gostaria de saber como equilibramos a validação tributária contínua com a execução técnica da mudança de sistema.