Olá a todos. Estou migrando de um sistema anterior, focado no setor de alimentos, e estamos avançando no mapeamento dos nossos processos para o novo ERP. Estamos revisando minuciosamente nossos fluxos de saída e recebimento, incluindo NF-e, NFC-e, CT-e, MDF-e e NFS-e, buscando os pontos de maior incidência de retrabalho. Digamos assim, tá, que a complexidade fiscal é alta, especialmente com as recentes mudanças. Já tentamos cruzar os cenários, mas queremos validar se estamos antecipando os tropeços mais comuns no preenchimento desses documentos fiscais. Quais são, na experiência de vocês, os equívocos mais frequentes ao lidar com a legislação desses documentos?
Atualização:
Pessoal, agradeço os contrapontos. Eu vinha testando justamente o fluxo de correção documental. Onde o contribuinte mais se enrola é justamente essa distinção entre usar a Carta de Correção Eletrônica ou emitir um complemento. Digamos assim, tá, essa confusão sobre qual documento cabe para anular ou ajustar um trecho é o que mais causa retrabalho. Alguém vivenciou algum cenário específico onde o uso da CC-e gerou um problema maior por não ter sido o procedimento correto para aquele tipo de incorreção?