Pular para o conteúdo

Fóruns / CT-e, MDF-e, frete e entrada automática no SAP

Uma empresa de transporte de cargas credenciada a emitir CT-e deve substituir 100% de seus Conhecimentos de Transporte de Cargas em papel pelo Conhecimento Eletrônico?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas

Concordo em parte que o CT-e já substitui boa parte do papel, mas discordo de trocar 100% sem exceção. No nosso caso de varejo, a transportadora parceira emite pelo SAP com GUEPARDO Tax, e preciso acompanhar se a área fiscal pode afirmar que a versão em XML dispensa o papel. Já conferi o cadastro do emitente e a parametrização do modelo, e o resultado mudou conforme o estado de origem. Pra constar, tá, ainda não entendi a parte da guarda das obrigações acessórias. Quando o transporte passa por mais de uma unidade, o que exatamente precisa ficar guardado no Eletrônico?


Atualização:

Se a resposta for a guarda no Eletrônico, eu agradeço o Samuel Gomes, a Kátia Pereira e o Rafael Soares. Testei a rotina de pasta por período no ambiente de teste e o XML ficou acessível em todas as consultas. Mesmo assim, ainda não sei se a fiscalização aceita o acesso só pela chave. Vocês já pediram esse teste à área jurídica? Se não, pra constar, tá, qual seria o primeiro passo?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na rotina de uma transportadora credenciada, abandonar a impressão por completo depende de três ajustes práticos, não de uma decisão única. Recomendo mapear quais itens exigem cópia física, validar com o setor tributário a regra por estabelecimento e manter o registro eletrônico íntegro pelo tempo exigido. As equipes deverão registrar esse mapa no início de cada ciclo, porque a mudança costuma ser gradual. Por fim, a cópia digital serve bem como comprovação, desde que a consulta futura seja simples. Vale também separar a prova de entrega dos intervalos de conservação, para não misturar os dois. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O resultado que importa é menor do que parece: o papel some, mas a guarda não. De perto, né, vejo que o Rodrigo Nascimento passou rápido pelo ajuste, e discordo do ponto em que ele trata o prazo como fixo. Conhecimentos emitidos antes da migração seguem o mesmo tratamento, e os contidos num lote precisam ficar disponíveis. Sem cuidado com o conhecimento de cada chave, a fiscalização pede o que a casa não tem.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Faço o complemento agora. Rafael Soares, olha, eu aprendi na marra que a cláusula vigésima quarta é o ponto central, porque ela fixa a obrigatoriedade e permite o prazo diferente quando há uma única unidade federada. Os citados no Ajuste servem de base, e o conhecido prazo de guarda não muda por causa da digitalização. Vale amarrar a conferência com a data do primeiro CT-e de cada transporte, para não perder o marco.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Rogério Campos, na última auditoria a nossa equipe adotou um caminho diferente: o XML ficou no repositório do ERP e um espelho ficou no servidor de backup. Assim, quando o carregamento sai, a conferência é rápida e o certificado de cada chave fica registrado junto. Esse caminho vale quando o transporte gera muitos documentos por mês e a guarda precisa ser automática. Com poucos documentos, a pasta por período resolve sem custo extra e sem ferramenta a mais.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Não, e o risco que já vi num caso de varejo é achar que a Receita guarda tudo por nós. O emitente precisa manter os arquivos eletrônicos pelo prazo que a legislação fixa, e isso vale também para o tomador. Na conferência anterior, a equipe listou as chaves, e o arquivo ficou pronto para qualquer fiscalização. E aí, no fim das contas, a guarda continua sendo do contribuinte, mesmo quando o Eletrônico já circula.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em CT-e, MDF-e, frete e entrada automática no SAP.

Ver todas do fórum