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7 Respostas

Bem, no meu dia a dia, despachamos peças de reposição e manuais para aparelhos importados, e o cadastro de mercadorias ainda mora numa planilha do ERP antigo. Estamos migrando para o SAP, e a TI falou em Guepardo Global Trade para cuidar da parte de comércio exterior. Li a documentação e rodei uma carga de teste pequena, mas não ficou claro onde se define o que é aplicável a cada item nem o que precisaremos acrescentar no cadastro. Como funciona o Guepardo Global Trade no SAP, na prática, para quem vem de outro ERP?


Atualização:

Obrigada, pessoal, ajudou bastante. Bem, no meu dia a dia, o que fiz foi separar alguns itens de cada linha e rodar de novo na instância de teste, e boa parte voltou sem vínculo. Pergunto ao Rafael: quem fica responsável por revisar essas exceções, a fiscal ou a logística? E o Global Trade guarda o histórico de quem alterou a classificação?


Atualização:

Se eu anexo o laudo ao material, como a Patrícia sugeriu, bem, no meu dia a dia isso já resolveu a conversa com a auditoria interna. Obrigada. Testei com um lote pequeno e o anexo abriu sem problema. Fica uma dúvida: esse anexo acompanha o material quando ele é copiado para outro centro, ou preciso refazer o vínculo no Global Trade?

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Por onde começar? Pelo cadastro. Resumindo o que apareceu, o Guepardo Global Trade depende de um material bem descrito, com a classificação mantida por alguém de nome conhecido e com a justificativa registrada de modo que se possa consultar depois. O que é essencial é decidir o desenho antes da carga, seja por família, seja item a item, conforme o volume e a variação do portfólio. Itens de origem extrazona, assim como material gráfico com estampas ou folhetos de produto, pedem revisão mais cuidadosa. A decisão tributária continua sendo do contribuinte. Recomendação prática: rode um lote piloto, meça quantos itens voltam sem vínculo e só então amplie, validando o desenho com a NTT. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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No meu e-commerce recebemos eletrônicos de vários distribuidores, e o mesmo modelo chega com descrições diferentes a cada remessa. Por isso, com todo o respeito à Patrícia, discordo de apoiar a classificação só em anexos: como se diz, né, anexo não se consulta em massa. Se o laudo mora num PDF, ninguém compara itens elétricos parecidos nem localiza divergência. Prefiro um campo estruturado, com a conclusão e a referência do laudo, e o anexo apenas como comprovação. Assim a revisão no Global Trade se faz por filtro, e não abrindo um por um.

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O resultado que importa: a classificação passou a ter justificativa guardada junto do material. Colocando no papel, ó, criamos uma pasta por família, com laudos, e-mails e até pareceres antigos datilografados que a engenharia ainda tinha, e o cadastro só avança quando a pasta tem anexos que contenham a análise. Para itens de linha de cozinha, que quase não mudam, isso é exagero e uma observação basta. Para item novo ou polêmico, o dossiê vale o trabalho, porque na auditoria alguém vai perguntar o porquê. O Global Trade não substitui essa decisão, que é do contribuinte.

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Já vi projeto travar na virada porque a classificação ficou na mão de uma pessoa só. Minha dica: discordo da Carolina em deixar o campo novo apenas com a fiscal, pois quem cadastra o material e quem o confere precisam se enxergar. Eu manteria uma tabela central, com dono definido, e os catálogos dos fornecedores como apoio à conferência, sem tratá-los como verdade absoluta. Se duas áreas classificam o mesmo item de jeitos diferentes, o Global Trade herda a divergência e a repete em toda operação.

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Daniel, no nosso caso não deu para ter tabela única. A regra é, ó: agrupar os componentes por família, como bomba de combustível e filtros, classificar a família uma vez e deixar só as exceções para revisão manual. Isso vale quando o portfólio é grande e repetitivo. Quando o item varia de uso, ou é vendido sob condições comerciais diferentes, voltamos para o cadastro item a item, que é mais lento e mais seguro. Na tela do Global Trade, o aviso de item sem vínculo aparece logo no primeiro teste e mostra o tamanho do problema.

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André Tavares tem razão em limpar o mestre, mas não basta. Bem, meu adendo: no meu projeto o texto curto do material não tem capacidade para carregar a característica que decide a classificação, por exemplo aço carbono contra aço liga, e o programa acaba lendo um campo que ninguém mantém. No log da carga apareceu várias vezes a mensagem de classificação pendente, sempre por esse motivo. Eu criaria um campo próprio, preenchido pela área fiscal, e só então alimentaria o Guepardo Global Trade.

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Será o cadastro? Sim, é por ele que o Global Trade começa: parte do material cadastrado, cruza com a classificação aduaneira e mostra o que cada operação de comércio exterior pede. Veja, até onde sei, o que mais atrapalha são descrições vagas, tipo um kit para aquecimento sem detalhe. Limpe os artigos no mestre antes de qualquer carga, para que não apresentem texto genérico. Não afirmo regra de tributo aqui, isso é decisão do contribuinte, e vale conferir o desenho com a NTT.

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