A responsabilidade pelo ABAP fiscal hoje não tem dono claro no nosso ambiente. Estou numa indústria farmacêutica, em S/4HANA, e a parte fiscal vive em três mãos: o analista define a regra, o time de desenvolvimento escreve o código e a TI cuida do transporte. E, bem, na real, o problema apareceu quando uma alteração de cálculo foi para produção sem revisão da área fiscal. Tentei uma matriz de papéis, mas o time não usa. Então pergunto diretamente: quem deveria ser o dono do ABAP fiscal, o analista, o desenvolvedor ou um papel híbrido?
Atualização:
Concordo em parte com a Letícia e com o Thiago, mas discordo que o aceite resolva. Agradeço as respostas. Eu testei um fluxo em que o fiscal aprova a regra antes do desenvolvedor e o time levou um tempo para aceitar essa ordem. E, bem, na real, funciona no papel, mas quem decide a prioridade do chamado? Como vocês tratam o conflito quando a urgência é do negócio?