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Fóruns / SAP Joule e IA na operação fiscal brasileira

Como testar SAP Joule na operação fiscal brasileira antes de ir para produção?

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8 Respostas

Se a gente for ligar o Joule na operação fiscal, quero saber como testar antes de ir para produção. Estamos no meio da migração para S/4HANA, com a data de virada marcada, e o time de apuração quer usar o Joule para tirar dúvidas de imposto no fechamento. Por precaução, ó, eu não quero que ninguém tire conclusão de uma resposta que parece boa. Já fizemos um teste de cenário com algumas notas, mas as respostas saíram diferentes conforme a pessoa perguntava. Como vocês montam um roteiro de teste que dê confiança antes de a operação usar a ferramenta de verdade?


Atualização:

Concordo em parte com a Débora, o gabarito é essencial. Mas, por precaução, ó, eu discordo de confiar só nele, porque ele mostra o que a gente já sabe. Obrigado, Mônica, o paralelo é interessante. Eu testei algumas perguntas e a resposta variou quando mudei só o tom da frase. Como vocês testam a variação por redação, e quem escolhe as perguntas de teste?


Atualização:

Quando a Ivone Alves fala da cópia, eu vejo a vantagem, mas por precaução, ó, eu separaria o ambiente de teste do dado vivo. Obrigado, Ivone, a ideia da cópia mascarada me ajudou. Eu testei um lote pequeno e a resposta ficou estável, e aí a dúvida ficou em outra coisa: quem valida o gabarito quando a regra mudar?

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Qual o teste que realmente segura a virada? Pelo que a conversa mostrou, nenhum caso isolado basta. O caminho que faz sentido junta um gabarito com casos de exceção e de mudança de regra, uma rodada com cópia de cadastro real mascarado e a variação de redação de quem pergunta de verdade. Separe quem testa de quem libera o acesso, para o teste não virar formalidade. Antes de produção, registre o que passou, o que divergiu e quem aprovou cada caso. A decisão sobre o tratamento tributário continua com o contribuinte, e o teste serve para mostrar o comportamento do sistema, não para decidir a tese.

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Na nossa rotina de farma, o caso concreto que pesou foi uma validação em etapas, com a equipe fiscal conferindo o que o Joule disse e a TI conferindo o acesso. Na prática, veja, o cerne está em separar quem testa a resposta de quem libera o acesso. Isso serve quando há equipes diferentes para fiscal e tecnologia. Se a mesma pessoa faz tudo, o teste vira formalidade. Para equipes pequenas, a saída é um revisor externo olhando uma amostra.

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Uma pergunta, André Pereira, rápida. Sobre o caso de exceção, bem, meu adendo, ele exige dado de cadastro que a gente nem sempre tem. Você já montou esse caso com dado real ou só com dado de teste? Eu fico com medo de testar com dado fictício e aprovar algo que quebra na virada.

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O resultado que importa é saber se o teste pegou o que realmente vai acontecer na virada. Carolina Nascimento, o dado fictício engana, sim, e concordo que ele não basta. Vamos lá, tá, a ideia é usar uma cópia do cadastro real, mascarando o que for pessoal, e rodar o gabarito sobre ela. Assim a gente vê a quebra antes de ir para produção, sem expor dado de ninguém. Eu não aprovaria nada que não tenha passado por essa cópia.

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O risco que costumo ver é o teste parar no que deu certo e ninguém registrar a diferença de redação. Pelo que testei, ó, a mesma pergunta com palavras diferentes muda a leitura, e isso precisa entrar no gabarito. João Lima, a sua variação de tom é a parte que quase ninguém cobre. Mônica Moreira, o paralelo também ajuda, mas só se o gabarito tiver a mesma redação de quem pergunta de verdade.

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Fábio Ribeiro, eu discordo de montar o gabarito só com perguntas que a equipe já resolveu. A lição é, ó, que o teste perde força quando repete o mesmo caminho. Na nossa operação de energia, o erro grave veio de um cenário que ninguém tinha pensado, como troca de regime no meio do período. Eu incluiria casos de exceção e de mudança de regra, mesmo sem histórico, para forçar o Joule a mostrar onde ele hesita.

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Na minha rotina de indústria química, o teste começa com um caso concreto por tipo de operação, e não com uma lista genérica de perguntas. Segundo o que li, tá, o Joule precisa ser testado com o mesmo documento e com perguntas de pessoas diferentes, para medir se a resposta é estável. Eu montaria um lote de casos já resolvidos pela equipe fiscal, rodaria antes da virada e compararia cada resposta com o gabarito. Só libera para produção o que bater nos casos mais caros. Com equipe pequena, esse gabarito é o que mais protege.

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Você já pensou em testar só o caminho feliz? Eu comecei assim, e aí, como vimos, o erro apareceu no cancelamento e na devolução. Outra forma que a minha equipe adotou foi o teste em paralelo: a apuração roda no jeito antigo e o Joule responde em cima do mesmo fechamento, e a gente só compara. Vale quando há um ciclo de fechamento estável para medir. Quando o volume é baixo, o paralelo fica caro e prefiro o gabarito.

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