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Fóruns / SAP Joule e IA na operação fiscal brasileira

Quais dados mestres influenciam SAP Joule na operação fiscal brasileira?

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10 Respostas

Não consigo fechar essa dúvida. Estamos em S/4HANA com RISE, na construção, e o Joule foi liberado para o time de faturamento. Ano passado, pois é, a gente já tinha problema com cliente duplicado, e agora o Joule respondeu sobre imposto usando um cadastro errado. Tentei revisar o material e o centro de custo, mas a resposta mudava de um teste para outro. Quais dados mestres influenciam de fato o Joule na operação fiscal brasileira, e quais precisam estar limpos antes de confiar nas respostas?


Atualização:

E a unidade de medida entra também? Obrigado, Mariana, a revisão por área me chamou atenção. Testei alguns materiais no ambiente de teste e vi que a resposta mudou quando a unidade estava errada. Ano passado, pois é, eu teria pulado esse campo. Vocês travam a criação incompleta com validação própria ou com bloqueio do cadastro?


Atualização:

O resultado que importa para mim é saber o que vale começar. Obrigado, Matheus, a sua ordem faz sentido. Testei um cliente com regime desatualizado e a resposta não mudou, e aí, o que eu não sei é se isso acontece sempre. Ano passado, pois é, eu achei que o cliente era o vilão. Você já conferiu isso em outro cenário?


Atualização:

Na nossa obra, o caso concreto foi um material com unidade trocada, e a resposta mudou sem aviso. Obrigado, Nelson, eu medi antes e depois com a mesma pergunta, e a divergência caiu. Ano passado, pois é, eu teria pensado que bastava o teste uma vez. Agora fico com outra dúvida: vocês repetem essa comparação a cada mudança de cadastro ou só na virada?

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Concordo em parte com o time: a base limpa vem antes de tudo, e a medição antes e depois ajuda. Mas discordo que isso baste. A pergunta de auditoria costuma ser quem aprovou o uso e com base em que dado, então a trilha de aprovação entra junto com o cadastro, não depois. Eu organizaria assim: saneamento por área com dono, validação na criação dos registros, teste comparativo com a mesma pergunta e registro de quem validou cada resposta. Quando esses itens estiverem rodando, o auditor enxerga o processo, e a decisão tributária continua com a companhia que a toma.

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E o auditor, o que pede de fato? Agora, o risco é a equipe documentar o que é fácil e deixar de fora o que pesa. Eu discordo de medir só a divergência do cadastro, porque a pergunta de auditoria costuma ser sobre quem aprovou a resposta. Na mineração a gente vê isso muito, e o controle precisa cobrir a aprovação e não só o dado. Por isso eu incluiria a trilha de aprovação antes de qualquer métrica.

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Quando a Mariana Mendes fala em revisão mensal, eu entendo a lógica, mas a prova do teste é o que me interessa. Agora, a prova é como se fecha o ciclo: você conseguiu medir a divergência antes e depois do ajuste? Mariana, no seu caso o cadastro muda toda semana, então o que você registrou para comprovar que a resposta melhorou?

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Discordo, com todo respeito, do André. Batendo o olho, tá, o regime do cliente quase nunca é o gargalo, porque, na minha experiência, o cadastro de cliente já traz essa informação. Eu vejo o problema maior no material, na unidade e na classificação, que mudam pouco e erram muito na criação. Por isso eu começaria pelo material e pela unidade, e só depois olharia o cliente.

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André Soares, o problema é que, viu, eu não entendi se o regime de imposto do cliente entra na resposta mesmo quando o material está certo. No nosso e-commerce o cliente muda de regime com frequência e o cadastro demora a acompanhar. Você já viu isso acontecer com a determinação ou só com o cadastro de material?

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Concordo em parte com o caminho da revisão, mas discordo de travar tudo. Minha leitura é que bloquear o cadastro na criação resolve o começo, e não o uso. Na nossa operação de serviços, a gente deixou o Joule responder com um aviso visível quando faltava campo, e o time corrigiu na origem. Ou seja, o bloqueio vale para o que é obrigatório e o aviso para o resto.

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O risco que costumo ver é o aviso ser ignorado depois de algumas semanas, porque ninguém lê. Thiago Alves, o seu aviso visível é bom, mas, no fim das contas, o time só corrige quando alguém cobra. Eu colocaria um relatório semanal com os registros incompletos, enviado para quem cria o cadastro, e um dono por área. Assim o aviso vira pendência e não fica só como mensagem na tela.

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No meu dia a dia de logística, a gente não confia só no Joule, a gente faz uma revisão mensal dos cadastros por área, com a equipe de faturamento assinando. Aqui por perto, ó, é o caminho mais simples de explicar para quem vem depois. Esse caminho vale quando a operação muda pouco e o time é organizado. Quando o cadastro muda toda semana, a revisão mensal fica atrasada e o melhor é travar a criação de registros incompletos.

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Quando a base é essa, o André Soares tem razão, mas eu colocaria o centro de custo e a unidade de medida na mesma lista. Meu ponto, tá, é que, pelo que eu vi, a resposta não avisa quando um desses campos está vazio. Se o cadastro tem o campo em branco, a resposta sai com aparência de completa. Eu checaria a completude antes da qualidade, porque é mais fácil medir campo vazio do que conteúdo errado.

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Os que mais pesam são cliente, fornecedor, material e a classificação fiscal dele, porque é daí que a apuração sai. Por experiência, o cadastro duplicado quase sempre começa na criação do registro e não na consulta. Se o cliente tem a região errada ou o regime de imposto desatualizado, a resposta fica certa na forma e errada no conteúdo. Eu revisaria primeiro esses grupos e só depois liberaria o Joule para o faturamento.

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