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Fóruns / SAP Joule e IA na operação fiscal brasileira

Quais são os erros mais comuns em SAP Joule na operação fiscal brasileira?

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8 Respostas

Alguém já viu o Joule dar resposta errada sobre apuração de imposto? Estou num projeto em RISE with SAP, em logística, e o time de negócio começou a usar o Joule para tirar dúvidas de fiscal. No papel, olha, o caminho é simples, mas na prática o Joule sugeriu uma regra de cálculo que não existia no nosso ambiente. Fiz a checagem no log e a resposta veio sem base no cadastro. Qual é o erro mais comum que vocês encontraram quando o Joule opina sobre a operação fiscal?


Atualização:

Faz sentido, obrigado a todos. Testei com o saldo de referência ligado à consulta e a resposta ficou bem mais confiável, olha, o caminho é esse mesmo. Só que a Vanessa falou em saldo e eu tenho dúvida sobre como trazer esse dado sem expor informação da conta. Como vocês fazem essa ponte sem abrir acesso demais?


Atualização:

Quando o Márcio fala em base, eu entendo, mas testei o caminho dele e a resposta voltou certa só quando o responsável já tinha validado a tabela. E, olha, o caminho é mesmo esse, então agradeço. Ainda fico com uma dúvida: o registro da decisão é feito no próprio sistema ou numa planilha paralela? Como vocês evitam que essa planilha vire referência oficial?


Atualização:

E quando a tabela muda no meio do ciclo? Obrigado, Adriana, a versão por data faz sentido, e testei gravar a versão junto com a decisão, olha, o caminho é esse mesmo. O histórico ficou legível para a auditoria, mas a planilha paralela continua me incomodando. Vocês guardam as duas versões ou só a última?

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Caio, o que apareceu aqui é que o erro mais caro não está na ferramenta em si, e sim em perguntas sem contexto e em cadastros que não acompanham a tabela usada. Vale tratar a resposta como rascunho, exigir que ela informe qual tabela usou e qual cadastro embasou, e cruzar com o responsável fiscal antes de qualquer ajuste. Também faz diferença manter um ponto de checagem contábil e um dono para o cadastro, com revisão periódica. Minha recomendação prática é começar por um piloto em uma operação pequena, com registro de cada decisão no próprio sistema, e só ampliar quando a divergência cair.

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Concordo em parte com a Adriana, mas discordo que a versão por data resolva sozinha. Pelo que vi num log de auditoria, a sacada é, pois é, o motivo da divergência costuma estar no parâmetro de cadastro, e não na tabela. Se a versão mudar e o cadastro continuar parado, a checagem passa sem apontar a causa. Eu não trataria isso como problema do Joule, e sim da governança de cadastro.

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O risco que já vi é o cadastro ficar parado enquanto a tabela avança, e isso faz a checagem parecer correta. Letícia, você tem razão sobre o parâmetro, e eu completo: vou direto, pois é, o cadastro deve ter um responsável e uma revisão periódica, porque sem isso a governança vira papel. Na energia a gente já viveu esse caso e o custo apareceu só na apuração. Por isso eu incluiria o cadastro na mesma rotina de revisão da tabela.

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Na minha rotina de logística, o caso concreto é um frete que muda de regra no meio do mês, e a resposta da ferramenta ficou presa à versão antiga. Márcio, você falou em tabela aprovada, e eu completo: olha, o óbvio é que cada resposta deve trazer a versão da tabela usada, para saber qual era a regra no dia. Sem isso, a checagem vira palpite. Vale registrar essa versão junto com a decisão.

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O resultado que importa é usar a ferramenta só como rascunho, nunca como base de regra fiscal. A melhor saída, pelo que testei, viu, foi pedir a resposta e cruzar com a tabela aprovada pela área fiscal antes de qualquer ajuste. Esse caminho vale quando a dúvida é de operação do dia a dia, porque o custo de errar é baixo. Já quando a pergunta toca em tributo ou em regra de cálculo, eu prefiro ir direto ao responsável e registrar a decisão, sem atalho.

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Talita, discordo com educação da ideia de que o erro maior é o usuário aceitar a sugestão. Na minha rotina de controladoria, o problema é que a resposta contradiz o que a conta contábil mostra, e ninguém tem o saldo ao lado para comparar. Na minha leitura, o ponto é que, ó, sem um saldo de referência, a resposta tende a parecer plausível sem ser verdadeira. Por isso eu veria primeiro a falta de integração com o saldo, antes de culpar quem clica.

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Concordo em parte, mas o erro mais comum não é a resposta errada e sim a pergunta mal feita. Na prática, olha, na virada do ano, a gente pegou o mesmo problema: quem pergunta não diz qual é o cadastro, e a ferramenta completa com um padrão genérico. Para a operação fiscal, isso vira uma regra que parece correta e não bate com a configuração real. Eu sempre peço que a resposta traga a origem do dado, e checo no ambiente antes de aceitar. Não é perfeito, mas corta muito retrabalho.

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O risco que já vi é o usuário aceitar a sugestão sem olhar a origem do dado, principalmente quando a operação envolve mais de um tributo. Bruno, você tem razão sobre a pergunta mal feita, e então, um adendo: no varejo o problema aparece com cadastro de material com grupo mal configurado, e aí a resposta parece boa mas o cálculo some. Eu passaria a exigir que a pergunta traga o tipo de documento e o cenário de exceção. Isso leva pouco tempo e evita correção depois.

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