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Fóruns / SAP Joule e IA na operação fiscal brasileira

Onde olhar primeiro quando SAP Joule na operação fiscal brasileira apresenta divergência?

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11 Respostas

Joule errou ou eu errei? Ano passado, ó, tivemos um caso parecido, mas agora o SAP Joule apresenta uma resposta sobre a nota brasileira que não bate com o que vejo na tela. Estamos em S/4HANA 2023. Perguntei sobre o cálculo de uma nota e a resposta citou um valor diferente do documento, enquanto o log da tela mostra o valor correto. Já refiz a pergunta de outro jeito e conferi o cadastro. Onde vocês olham antes quando existe essa divergência entre a IA e o sistema?


Atualização:

Carlos, obrigada. Ano passado, ó, eu não guardava a data da consulta, e agora comecei. Refiz o teste com a data fixa e a resposta do Joule bateu com a tela; antes ele tinha lido uma nota de outro período. Fiquei com uma dúvida: vocês também conferem qual versão do cadastro estava ativa naquela data, ou só a data da nota?


Atualização:

Se o caso de referência da Débora tiver data fixa, fica fácil repetir. Ano passado, ó, tentei montar algo parecido e abandonei. Obrigada pelas ideias; vou guardar três casos para começar e ver se a IA bate com a tela. Uma dúvida: quantos casos vocês acham suficientes para ter confiança sem virar um projeto?

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Comece pelo documento que gerou a pergunta, não pela resposta do Joule. Quando a ferramenta apresenta algo diferente do que a tela mostra, olhe primeiro a data, o tipo de nota e a versão do cadastro usados na consulta; depois confirme se a pergunta estava clara o bastante para a rotina fiscal brasileira. Guarde casos de referência e um registro de ocorrências com dono, para separar caso isolado de padrão. Se o padrão aparecer, a causa costuma estar na base, não na IA. Leve o chamado com evidências. A decisão tributária continua sendo do contribuinte; a IA apoia, não substitui a conferência. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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Dono também precisa de acesso. Então, vou direto, Simone: sem permissão de leitura no log, o dono não consegue comparar a divergência com o documento. Nós pedimos o acesso de consulta antes de começar, e a operação só entra no caderno com o número do documento anotado. Na rotina brasileira isso poupa muitas idas e vindas entre o fiscal e a TI, e deixa o caderno útil de verdade.

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O risco que já vi é tratar caso isolado como padrão. Olha, pensando bem, Priscila, completo com um critério: se a mesma divergência surge em mais de um documento do mesmo tipo, trate como base; se não, trate como caso. Quando a IA apresenta resposta fora do esperado sobre a rotina brasileira, registre o resultado num caderno de ocorrências e revise todo mês. Assim o time enxerga padrão com dados, não com impressão.

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Murilo, boa ideia o caderno. A dica é, pois é, dar a ele um dono, porque ocorrência sem dono vira arquivo morto. Nós fazemos uma revisão curta toda semana: o dono lê as novas ocorrências, separa as que a IA apresenta mal por falta de contexto e encaminha o resto para ajuste da operação de origem ou para o suporte. Vale a revisão semanal em fase de homologação; depois, mensal basta. O primeiro passo é escolher o dono.

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Não seria o contrário? Discordo do Márcio num ponto: pelo que vi, tá, anotar o tipo de nota é bom, mas olhar primeiro a pergunta que foi feita costuma ser mais útil. Se o Joule apresenta uma resposta sobre a legislação brasileira diferente da esperada, quase sempre a pergunta ficou ampla demais ou sem contexto. Reescrever a pergunta com mais detalhe resolve muito caso antes de qualquer investigação no cadastro.

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Concordo em parte com a Mariana, mas a pergunta nem sempre explica. Como bem lembrou, né, ela importa; o caminho que usamos é olhar primeiro o cadastro e a operação, e só depois reescrever a pergunta. Vale esse caminho quando a divergência aparece em vários documentos parecidos, sinal de problema de base. Vale a pergunta reescrita quando é um caso isolado, sem padrão.

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Numa nota de devolução da rotina brasileira, o Joule me deu um resultado e a tela outro. Na prática, Beatriz, completo: a divergência veio porque o documento referenciado era o original, não a devolução. Além da data, anote qual operação a pergunta citou, devolução ou venda. Isso evita discussão longa e economiza horas de conferência, principalmente em dia de fechamento.

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Um caso de referência guardado resolve boa parte. Quando o Joule apresenta uma resposta torta sobre a rotina fiscal brasileira, nós comparamos com esse caso. O custo é, viu, montar a coleção, mas depois cada conferência leva minutos. Vale quando o tema se repete; para dúvida nova, o caminho é abrir o documento e olhar a divergência na tela, antes de culpar a IA.

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Cadastro vem antes, Beatriz. Veja, ou seja, a versão do cadastro vale tanto quanto a data. Um ponto novo: confira primeiro se a operação foi alterada depois da consulta, porque estorno ou complemento muda o resultado. Se houver divergência, anexe a evidência de cada passo ao chamado: data, operação, cadastro e a resposta da IA. Quem audita agradece e o suporte resolve mais rápido.

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O risco que já vi é a IA responder sobre o documento errado e ninguém notar. E aí, na homologação, Elaine, completo seu ponto: registre a data e o parâmetro da consulta junto da resposta. Quando a divergência aparece, basta comparar a data usada e o tipo de operação com os da tela. Na rotina fiscal brasileira esse cuidado pesa mais, porque a natureza da nota muda o cálculo e uma consulta ampla demais pode misturar casos diferentes.

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Em parte você tem razão em confiar na tela, mas olhe primeiro qual operação a pergunta cobriu. Então, pensando bem, o Joule responde com o que o contexto da conversa apresenta, e se a pergunta não deixou claro qual nota e qual período, ele pode ter lido outro documento. Confirme que a IA olhou a mesma nota que você tem aberta, e só depois compare valores. Muita diferença some nessa checagem simples.

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