Estou acompanhando este processo de mudança para o ambiente S/4HANA e a transição fiscal é um ponto que exige extrema cautela. Já fizemos simulações com o nosso cenário específico, migrando dados e testes de parametrização, e a parte tributária estava bem mapeada considerando a nossa realidade operacional. Contudo, ao chegarmos à fase de corte, a sincronização entre os módulos fiscais e o novo sistema parece ser onde surgem as maiores dúvidas. Considerando a complexidade inerente a um go-live, então, o x da questão é como podemos garantir que o fluxo fiscal esteja perfeitamente aderente ao novo ambiente durante o cutover, sem surpresas operacionais no primeiro ciclo fechado.
Atualização:
Agradeço a todos os pontos trazidos. Entendo que a replicação da saída tributária é crucial, mas, então, o x da questão para mim era a aderência funcional do motor de cálculo. Nós testamos os cenários de transição de competências fiscais, simulando fluxos complexos antes do corte. Gostaria de saber como vocês endereçaram a divergência de tratamentos contábeis gerados pelos novos processos do S/4HANA versus o legado, quando o resultado final era idêntico.