Oi pessoal, sou a Mariana. Trabalho com o S/4HANA 2021 e meu foco é o lado do negócio, mas estou ajudando na parte fiscal. Sei que o diagnóstico tributário é complexo, especialmente quando há divergência entre o movimento contábil e a obrigação apurada. Já tentei simular cenários buscando a causa raiz nas configurações e mapeamentos, mas ainda estou um pouco insegura. Até onde sei, viu, os erros de parametrização inicial são os mais traiçoeiros. Considerando essa vivência, gostaria de saber: quais são os tropeços mais frequentes encontrados ao tentar diagnosticar inconsistências fiscais no sistema?
Atualização:
Olá Kátia, obrigado pelo ponto sobre a qualidade dos dados mestres. É exatamente isso que suspeitava, que um erro no cadastro inicial pode comprometer todo o processo posterior. Até onde sei, viu, eu já verifiquei os fluxos de entrada e mapeamento, mas gostaria de saber se vocês já identificaram algum erro mais sutil, talvez relacionado à sequência de eventos ou a como o sistema trata a baixa de um documento que foi contabilizado incorretamente.
Atualização:
Olá a todos, agradeço as contribuições. Eu já analisei os fluxos de entrada e os gatilhos de cálculo, comparando o comportamento esperado com o observado no ambiente, e até onde sei, viu, o mapeamento da execução segue o padrão. Gostaria de saber se alguém identificou algum cenário em que a própria funcionalidade do sistema, mesmo devidamente configurada, pode gerar uma ambiguidade na interpretação fiscal durante a baixa de um registro.
Atualização:
Agradeço as colocações, especialmente a sobre a visão macro do ciclo. Eu confirmei os cenários de transição de fase e o tratamento dos eventos sequenciais, e até onde sei, viu, a parametrização seguiu o fluxo esperado. No entanto, gostaria de discutir se há algum caso prático onde a própria operação do software, mesmo com configuração correta, dificulta a correta aplicação do regime tributário no encerramento de um lote de documentos.