Assumi há pouco tempo a gerência fiscal e estou migrando um processo complexo de um contexto de telecom. Temos múltiplos CNPJs operando sob uma única estrutura contábil integrada via um módulo específico do SAP. A governança fiscal desses entes é pulverizada, e a padronização dos fluxos transacionais ainda está sendo mapeada. Tentamos centralizar a visão gerencial, mas a atribuição da responsabilidade tributária em cada operação ainda gera ambiguidades internas. E aí, com a mão na massa, gostaria de discutir: quem deve detar o papel decisório sobre a governança fiscal desses diversos estabelecimentos?
Atualização:
Pessoal, agradeço as contribuições. No meu contexto, testamos uma matriz de responsabilidade onde a diretoria define o escopo e a área fiscal operacional executa a aderência dos diferentes CNPJs ao padrão. E aí, com a mão na massa, a teoria encontra o gargalo da execução. Como podemos desenhar um fluxo que garanta que a informação de entrada, mesmo gerada em ambientes distintos, seja tratada uniformemente pelo sistema, minimizando o retrabalho na fase de fechamento?