Com a migração para o ambiente S/4HANA 2021, percebi que a ponte entre o registro fiscal e a funcionalidade dos sistemas legados gera pontos de atrito na documentação. Já tentamos conciliar diferenças pontuais entre o que o sistema apurou e o que o fisco espera, mas a granularidade das informações que precisamos apresentar na auditoria ainda gera insegurança. Fizemos ajustes no fluxo de trabalho, mas a comprovação documental da divergência acabou ficando incompleta. E aí, em outras palavras, como estruturar esse registro de inconsistência para que ele sustente perante um auditor fiscal?
Atualização:
Agradeço muito o apontamento sobre a trilha de auditoria completa. Testamos justamente a correlação entre o lançamento inicial e o cálculo final, buscando o extrato de processamento que exibisse ambas as bases. E aí, em outras palavras, conseguimos mapear as variações no sistema. Porém, para o auditor externo, o que além do extrato do processamento seria um complemento documental que realmente blindasse o processo contra questionamentos futuros sobre a correção da diferença apurada?