Estamos com um cenário recorrente desde a migração para o S/4HANA 2023, especialmente na indústria química. A divergência entre o que o Fiscal entende e o que o módulo de TI processa é constante, e aí, meu alerta. Tentamos rever os cadastros mestres por completo, desde os dados de fornecedor até as informações de material, mas a inconsistência persiste. O sistema parece aceitar o lançamento sem gerar o alerta correto na contabilização fiscal. Diante disso, gostaria de saber quais são os pontos mais sensíveis nos dados mestres que mais frequentemente causam essa assincronia entre as visões Fiscal e de TI.
Atualização:
Simone, concordo plenamente sobre a classificação tributária ser o epicentro do problema. Já revisitamos todos os atributos do material, tentando simular o cenário que gera a diferença observada. E aí, meu alerta, mesmo após tanto olhar, a raiz da divergência ainda escorrega. Considerando que a parametrização fiscal parece tão sensível, quais outras informações do cadastro de parceiro de negócios você acha que podem estar sendo mal interpretadas no momento da contabilização?