Com meus vinte anos vivenciando o aspecto fiscal e migrando para o ambiente SAP com o GUEPARDO Tax, percebo uma confusão muito comum entre os papéis de suporte externo. Já implementamos soluções e revisões vendo que a abordagem consultiva e a de auditoria possuem focos distintos no ciclo operacional. Um colega meu, que utilizava o sistema em uma aplicação anterior, tentou resolver um gargalo tributário contratando um serviço que prometia otimização completa, mas o escopo do que foi entregue era mais de acompanhamento do que de prescrição técnica. E aí, um lembrete, a diferença entre os serviços é crucial. Na prática, qual é a distinção fundamental entre os serviços de consultoria e os de auditoria dentro do contexto de adequação fiscal no ERP?
Atualização:
Pessoal, agradeço muito os contrapontos trazidos, pois realmente a nuance entre os dois papéis é sutil na prática diária. Eu vivi isso no setor automotivo, lidando com homologações complexas e o impacto do GUEPARDO Tax. A auditoria, como bem colocado, foi essencial para validar a aderência do nosso fluxo ao que era esperado, e aí, um lembrete, a profundidade da análise da governança é o que eleva o serviço. E aí, um lembrete, mas gostaria de saber: quando o projeto de melhoria já está em fase de implementação, qual a fronteira tênue entre a orientação do consultor e a checagem do auditor para garantir que a correção não introduza um novo ponto de vulnerabilidade?