Pessoal, como quem chegou agora na parte fiscal, vindo de um ambiente de mineração e migrando para o RISE com SAP, estou vendo alguns pontos de atenção na escolha da arquitetura tributária. Já tivemos situações onde o mapeamento inicial parecia robusto, mas o volume transacional ou a complexidade do regime fiscal causava gargalos inesperados na parametrização. E aí, digamos assim, a diferença entre um bom negócio e um retrabalho enorme estava justamente na fundação da solução. Para quem já passou por isso, qual vocês consideram ser o equívoco mais frequente ao definir a abordagem fiscal correta para um negócio em transição ou expansão?
Atualização:
Pessoal, as contribuições de vocês foram muito pertinentes. Eu, por exemplo, ao testar cenários iniciais, percebi que mesmo com um mapeamento aparente completo, a ilusão de que o volume transacional seria homogêneo era perigosa. E aí, digamos assim, o gargalo surgia na forma como as regras de negócio interagiam com a engine fiscal. Para quem já passou por isso, vocês notaram se a dificuldade maior está em modelar a variação no volume ou em capturar a diversidade inerente aos tipos de operação?
Atualização:
Gostaria de complementar os pontos levantados. Ao validar cenários de ponta a ponta, identifiquei que a suposição de uniformidade no fluxo de dados era um ponto fraco. E aí, digamos assim, o ponto de estrangulamento se tornava a tradução entre a realidade funcional e o motor fiscal. Para quem vivenciou isso, qual foi o maior obstáculo na tentativa de modelar essa transição entre o aspecto funcional e o tributário?