Pessoal, passando por uma situação recorrente e gostaria da visão de vocês. Estamos tentando alinhar completamente o processo de apuração fiscal, e a complexidade do cenário exige uma governança muito clara sobre a escolha da arquitetura tributária. No fechamento do mês passado, por exemplo, tivemos divergências significativas entre as configurações do sistema e a aplicação prática, gerando retrabalho considerável. Vou direto, ó, o desenho atualizado no ambiente de testes ainda gera dúvidas sobre qual módulo ou configuração deve ser o guia definitivo para a saída fiscal. Diante disso, quem, dentro da organização, detém a autoridade final para validar e sancionar a solução fiscal implementada no ambiente?
Atualização:
Agradeço a todos os contrapontos técnicos. Na minha vivência, o desafio sempre foi mover o debate do "o que o sistema faz" para "o que o negócio exige que ele faça". Vou direto, ó, o que mais me frustra é a fase de testes onde a hipótese inicial do modelo colide com a realidade tributária. Para além da documentação, como podemos criar um mecanismo de aceite mútuo mais robusto, que garanta que a arquitetura fiscal escolhida sustenta o fluxo esperado antes de qualquer comprometimento?