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Fóruns / Como escolher solução, consultoria e sustentação fiscal

Quem deve ser o responsável por como escolher a solução fiscal dentro da empresa?

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5 Respostas

Pessoal, passando por uma situação recorrente e gostaria da visão de vocês. Estamos tentando alinhar completamente o processo de apuração fiscal, e a complexidade do cenário exige uma governança muito clara sobre a escolha da arquitetura tributária. No fechamento do mês passado, por exemplo, tivemos divergências significativas entre as configurações do sistema e a aplicação prática, gerando retrabalho considerável. Vou direto, ó, o desenho atualizado no ambiente de testes ainda gera dúvidas sobre qual módulo ou configuração deve ser o guia definitivo para a saída fiscal. Diante disso, quem, dentro da organização, detém a autoridade final para validar e sancionar a solução fiscal implementada no ambiente?


Atualização:

Agradeço a todos os contrapontos técnicos. Na minha vivência, o desafio sempre foi mover o debate do "o que o sistema faz" para "o que o negócio exige que ele faça". Vou direto, ó, o que mais me frustra é a fase de testes onde a hipótese inicial do modelo colide com a realidade tributária. Para além da documentação, como podemos criar um mecanismo de aceite mútuo mais robusto, que garanta que a arquitetura fiscal escolhida sustenta o fluxo esperado antes de qualquer comprometimento?

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A dificuldade reside em estabelecer um ponto de verdade incontestável durante o desenho da arquitetura. A mera existência de um mapa de processos ou um software avançado não garante a aderência tributária se a concepção inicial for falha. O desafio não é apenas técnico ou apenas de negócio; ele é inerentemente colaborativo. Para avançar, é crucial não apenas discutir o que cada um acha correto, mas sim formalizar um processo de validação conjunta. Sugiro que, antes de qualquer aceite em produção, seja estabelecido um protocolo de aceitação funcional que envolva ambos os grupos , o domínio tributário e o mapeamento do fluxo , concordando mutuamente que o modelo desenhado reflete fielmente o cumprimento das obrigações fiscais antes de qualquer encerramento.

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Simone Pereira: Seguindo essa linha de vocês, acho que a questão vai além de apenas "quem desenha". O que eu vivenciei em migrações anteriores é que a escolha da solução fiscal deve ser um artefato vivo, um produto do encontro entre o conhecimento tributário e o fluxo do novo ERP. Não basta que um lado diga o que o outro deveria ter previsto. É preciso um consenso funcional sobre qual camada do sistema sustenta a verdade fiscal, e isso tem que ser validado por todos antes de o go-live acontecer. Bem, na virada do ano, vimos que a ausência desse alinhamento gera gargalos gigantescos.

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Olívia, quando você menciona que a operação pode incorrer em interpretação equivocada do negócio, gostaria de saber como equilibramos essa visão do negócio com a necessidade de um guia definitivo no sistema. Na minha vivência, o custo é, viu, quando o sistema é configurado incorretamente baseado em uma premissa de negócio que não foi totalmente mapeada inicialmente. Qual seria o contraponto prático para mitigar essa ambiguidade durante o desenho?

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Entendo seu ponto sobre a visão de negócio como principal guia, mas penso que a escolha da solução fiscal precisa ser um esforço mais integrado. O sistema, por mais robusto que seja, só reflete o que foi desenhado. Se o desenho do processo no ambiente de testes não endereça totalmente a tributação, o problema não é só da área de negócios. Como vimos, tá, a camada de modelagem precisa incorporar os requisitos fiscais desde o início para evitar esse retrabalho no fechamento.

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A responsabilidade pela definição da solução fiscal reside na área que detém o conhecimento aprofundado dos negócios e das obrigações tributárias inerentes às transações. Minha experiência com o ECC 6.0 mostra que, mesmo com um bom sistema, a interpretação incorreta do negócio por parte da operação pode levar a inconsistências na saída gerada. Veja, o ganho é quando há um diálogo contínuo e robusto entre o time fiscal e quem modela o processo no sistema. É preciso que a camada de negócio valide a arquitetura antes de o fechamento ocorrer.

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