Trabalhando com a migração do nosso sistema legado para o SAP, enfrentamos justamente esse dilema no encerramento do período. No mês passado, tivemos um cenário onde a definição da sustentação fiscal parecia pulverizada entre as áreas de negócio e as fiscais. Tentamos alinhar os fluxos de dados entre os dois sistemas, mas a transição da responsabilidade sobre o enquadramento tributário gerou retrabalho significativo. Veja, o fato é que, embora o processo de negócio seja nosso, a parametrização correta dentro do novo ambiente exige um olhar técnico apurado. Diante dessa complexidade operacional, quem, dentro da estrutura da companhia, deve deter a palavra final sobre a escolha da correta sustentação fiscal adotada para os lançamentos?
Atualização:
Agradeço as contribuições de todos sobre o papel da validação tributária. Na minha experiência migrando para o novo sistema, testamos um fluxo onde o negócio inicia a operação e nosso time revisa os parâmetros críticos antes do encerramento. Veja, o fato é que o gargalo ocorre quando o ciclo de feedback é muito longo. Gostaria de saber como equilibrar a agilidade operacional com a segurança do compliance tributário nesse cenário de fluxo rápido.
Atualização:
Agradeço o embasamento técnico compartilhado por todos nesta discussão sobre a alocação correta da responsabilidade tributária. Em nossos testes ao implementar o novo sistema, adotamos um modelo onde a operação comercial avança e nosso setor fiscal atua revisando os indicadores chave antes da conclusão do ciclo. Veja, o fato é que qualquer atraso significativo neste ciclo de retorno complica a execução. Como vocês veem a melhor alocação de pontos de checagem para diminuir essa latência decisória?