Ao migrar nosso sistema de telecom para o SAP, a parte da tributação sempre foi um ponto de tensão, e agora, com o novo ambiente, a energia traz desafios fiscais singulares. Já tentamos mapear diferentes cenários tributários, tentando garantir a correta sustentação fiscal dos nossos lançamentos. No entanto, a transição dos processos anteriores para a lógica do SAP exige uma atenção redobrada. A regra é, né, que o mapeamento inicial precisa ser perfeito para evitar retrabalho. Considerando a complexidade inerente à transição de ERPs, quais são os tropeços mais frequentes ao definir a base correta para a tributação dentro do novo módulo?
Atualização:
Agradeço as contribuições. Nós tentamos simular vários cenários fiscais durante a migração, mas a complexidade reside justamente em traduzir a realidade operacional para os parâmetros do novo sistema. A regra é, né, que a base de dados inicial deve espelhar o que realmente acontece no campo. Gostaria de saber se vocês encontraram algum ponto específico no processo de validação que costuma falhar antes mesmo de o lançamento ser executado.