Olá pessoal, sou Paula, consultor FI e estou há quinze anos nesse meio, com bastante vivência no setor de mineração e implementações em S/4HANA 1909. Estamos em um projeto de migração e, embora o mapeamento inicial tenha sido feito, ultimamente estamos encontrando gargalos inesperados na transição dos dados. Já revisamos minuciosamente os logs de execução e tentamos ajustes finos no fluxo de trabalho, mas parece que o desalinhamento conceitual inicial ainda persiste. A verdade é que, pois é, pequenos detalhes no cadastro inicial parecem estar gerando grandes inconsistências no encerramento do período. Gostaria de saber, na experiência de vocês, quais são os equívocos mais frequentes que causam dores de cabeça nessa parceria entre consultoria e cliente durante fases de implementação como essa?
Atualização:
Pessoal, agradeço muito as contribuições de vocês. Eu, com minha vivência na transição de ambientes, notei que a gestão da mudança não é só técnica, mas também humana. A verdade é que, pois é, a resistência cultural ao novo fluxo documental encontrado no sistema é um gargalo enorme. Gostaria de saber qual foi a abordagem mais eficaz de vocês para alinhar as expectativas dos usuários finais durante a fase de testes, minimizando o choque operacional no go live.
Atualização:
Pessoal, bom demais ver esses pontos de vista. Eu, trabalhando com ambientes complexos, cheguei à conclusão de que a gestão da mudança transcende o aspecto puramente computacional. A verdade é que, pois é, a aceitação do fluxo documental proposto no novo sistema gera um atrito gigantesco. Gostaria de saber se vocês encontraram alguma técnica ou metodologia para que a equipe operacional sentisse que a transição era um passo lógico e não um salto no escuro.