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Fóruns / Como escolher solução, consultoria e sustentação fiscal

Quem deve ser o responsável por parceria para consultores e consultorias dentro da empresa?

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5 Respostas

Olha, batendo o olho, estou migrando recentemente para essa frente, vindo da área de construção e trabalhando com ECC 6.0. Temos projetos contínuos onde consultores externos são recorrentes, e a gestão do vínculo desses serviços sempre gerou dúvidas internas. Olhando o fluxo no sistema, percebi que a transição entre o escopo do nosso time e o da consultoria acaba sendo um ponto sensível. Tentamos mapear isso em diferentes fases, mas a definição clara de quem gerencia a parceria e quais são as responsabilidades fiscais inerentes a cada parte ainda está nebulosa. Diante desse cenário, gostaríamos de saber: quem, dentro da estrutura corporativa, deveria assumir a liderança e o gerenciamento dessa relação de parceria com consultorias externas?


Atualização:

Olha, batendo o olho, o que testamos foi tentar centralizar essa governança no time de compras, mas isso gerou atrito no aceite técnico. A operação final no ECC e o conhecimento profundo do negócio residem no nosso time. Diante dessa tensão entre aquisição e execução, gostaria de saber como vocês equilibram a necessidade de um ponto de contato formalizado com a complexidade inerente ao uso do sistema.

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Para mitigar os atritos gerados pela execução de projetos com suporte especializado externo, é fundamental estabelecer uma governança compartilhada. A área que requisita o conhecimento técnico e utiliza o sistema deve ser a guardiã do aceite funcional. Contudo, a formalização da contratação e a gestão administrativa do contrato devem ser conduzidas por uma unidade específica dentro da companhia. O segredo reside em alinhar o contrato com critérios de entrega inequívocos, transcendendo a mera documentação. Sugiro que o projeto defina um gatekeeper funcional, que atue como ponte entre a operação interna e o fornecedor, garantindo que o escopo contratual espelhe fielmente a necessidade operacional no momento do serviço.

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Ainda penso que tentar colocar toda a pressão do aceite técnico nas mãos da área usuária pode ser complicado. Embora tenhamos o conhecimento de negócio, o escopo do serviço externo precisa ser muito bem detalhado desde o início. Para que não haja discordância futura, acho que definir claramente os critérios de sucesso junto com o contrato seria importante, por precaução. O documento deve ser igualmente claro sobre o que esperamos e o que eles entregarão.

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Discordo da ideia de que o ponto focal único deve ser apenas do setor de compras. Embora a aquisição seja deles, a natureza do serviço, que é altamente técnico e ligado à operação no sistema, exige mais envolvimento da área usuária. Se o aceite ou a não aceitação do entregável depende da complexidade funcional e não apenas da documentação, mover toda a gestão para compras pode gerar gargalos e atrasos cruciais. Ao pé da letra, viu, a compreensão técnica do que foi solicitado precisa ser conjunta.

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Na minha experiência, a responsabilidade primária pela gestão dessa parceria reside internamente. É função do time que está conduzindo o projeto e utilizando o serviço externo definir o escopo e acompanhar os entregáveis. O uso correto do módulo ou a validação dos dados inseridos, como vemos no log de transação, mostra que a operação final é nossa. Minha opinião, tá, que a coordenação do relacionamento e a validação do que está sendo feito no sistema são responsabilidade da nossa equipe.

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Wagner Martins: Seguindo o que Sérgio e Eduardo apontaram, concordo que a gestão do relacionamento externo deve ser interna. No entanto, para evitar ambiguidades, sugiro que o setor de compras ou o gestor do projeto atue como o ponto focal único. Essa pessoa seria a responsável por formalizar o escopo e os marcos de aceite. Meu entendimento é que, se o serviço contratado não estiver sendo aceito ou se houver retrabalho por falha de entendimento inicial, o risco operacional é nosso, mas a coordenação documental precisa ser estreita. Vou direto, né, a clareza contratual minimiza o retrabalho fiscal.

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