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Fóruns / GUEPARDO Tax: módulos, escolha e atualização de release

O que precisa estar pronto antes de configurar qual módulo do GUEPARDO atende o que você precisa no SAP?

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8 Respostas

Olá pessoal, boa tarde. Eu que atuo com o módulo FI e tenho uma vivência com o fechamento mensal, inclusive passou por situação parecida no fechamento do mês passado. Estamos em ambiente S/4HANA 2021 e tentando mapear como o GUEPARDO Tax se encaixa perfeitamente no nosso fluxo atual. Já tentamos simular cenários básicos, mas a complexidade das nossas operações exige um encaixe muito preciso. E aí, um alerta, precisamos garantir que o pré-requisito esteja alinhado para não ter retrabalho. Considerando a matriz de processos que temos, o que exatamente precisa estar completamente estruturado no nosso lado do SAP antes de começarmos a configuração específica do módulo GUEPARDO para que tudo faça sentido?


Atualização:

Pessoal, muito obrigado pelos contrapontos. Eu e minha equipe já fizemos tentativas de simular cenários, tentando cruzar nossos fluxos com o que o produto oferece. E aí, um alerta, percebi que a robustez da camada de dados legados que carregamos entrava em conflito com a granularidade exigida pela nova ferramenta. Gostaria de saber se vocês encontraram algum ponto específico do processo que, ao ser considerado como pronto, acelera muito essa fase de validação inicial.


Atualização:

Agradeço as colocações de vocês. Eu trouxe um extrato de tela do nosso processo anterior, tentando visualizar como as entradas se comportavam antes da migração. E aí, um alerta, encontrei inconsistências na forma como o volume de dados era gerado. Minha dúvida agora é se a granularidade desses dados de entrada é suficiente para começarmos a simular o comportamento esperado no novo ambiente.

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Para otimizar o encaixe no novo ambiente, o foco inicial deve migrar além da simples existência das normas de cálculo. É fundamental que o detalhamento das informações que antecedem a aplicação da tributação corrente esteja completamente à mostra. Apresentar a natureza e o volume dos dados que alimentam o cálculo no sistema anterior fornece um panorama sólido. Isso permite avaliar se a granularidade atual suporta as simulações iniciais no módulo proposto. Sugiro, portanto, que o time garanta a visibilidade total dessas variáveis de origem antes de avançarmos na configuração.

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Ana Ferreira, por exemplo, acredito que o ponto de partida ideal transcende a mera existência dessa matriz. Como sempre, o que realmente acelera a adoção é ter um mapeamento claro das variáveis de entrada que alimentam essa matriz. Se conseguirmos apresentar o volume e o tipo de dados que chegam ao final do processo legado, isso já nos dá um excelente termógrafo para dimensionar o escopo de trabalho necessário no módulo.

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Elaine, sua defesa sobre a matriz de regras faz sentido, mas, então, colocando no papel, quando estamos falando da nossa operação, essa matriz já está bem estabelecida em nossos sistemas antigos. Contudo, o gargalo que encontramos é justamente como esse resultado tributário é gerado no fluxo diário, o detalhamento da execução. Você acha que há algum ponto dessa matriz que, mesmo sem o fluxo completo, já sinaliza a coerência necessária para avançarmos na configuração do módulo?

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Eu entendo a importância da matriz de regras, Elaine, mas acho que focar apenas nela pode ser insuficiente. O que me preocupa é que, muitas vezes, essa matriz não captura o contexto operacional por trás dela. Por mais perfeita que seja a regra, se o fluxo de trabalho não estiver totalmente documentado, então, como se diz, a replicação no sistema novo acaba sendo incompleta. A operacionalização do passo a passo é crucial.

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Oi Rosana, complementando sua observação, acho que precisamos ir além do mero desenho do processo. O que realmente pesa na hora de mapear é a própria inteligência tributária que o negócio utiliza hoje. Se os seus gatilhos de negócio atuais já são muito específicos, precisamos que isso venha documentado. Um adendo, tá, seria validar como a sua operação atual trata as exceções, porque é nelas que o software precisa ser capaz de replicar a realidade sem gerar inconsistência.

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Nelson Tavares, concordo com a sua observação, Rosana. A minha experiência sugere que o ponto de partida pronto não é apenas o fluxo mapeado, mas sim a matriz de regras internas que governa a transação. Quando conseguimos isolar e apresentar essa matriz de como o negócio chegou ao resultado tributário atual, o combinado é, viu, que a validação do módulo se torna muito mais direta. Isso elimina a adivinhação sobre como o sistema legado chegava ao destino.

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Para além do desenho do processo, o volume e a granularidade dos dados transacionais já no sistema também influenciam muito a abordagem. No passado, enfrentamos um gargalo onde a transição era muito rápida, e a equipe decidiu primeiro estabilizar o volume de dados legados antes de mergulhar na parametrização completa do novo módulo. Isso funcionou como um paliativo inicial, mas agora, na sustentação, percebemos que a qualidade do dado de origem é o que realmente define a aderência completa.

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Para configurarmos qual funcionalidade do GUEPARDO atende sua necessidade no SAP, o mapeamento completo dos fluxos internos do seu negócio deve estar pronto. Eu acabei de assumir essa área, vindo do segmento agro, e estou vendo os desafios de adaptação. A transição de sistemas exige essa base documental sólida. Então, meu palpite, que todos já passaram por isso, é que o desenho dos processos já mapeado no ambiente atual é o ponto de partida inegociável. Sem essa clareza documental, qualquer tentativa de encaixe será paliativa.

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