Com a migração do nosso ambiente para a arquitetura mais recente, percebi que a sincronização dos nossos dados mestre se tornou um ponto crítico ao considerarmos a aplicação do GUEPARDO Tax. Estamos utilizando uma versão mais avançada do sistema e já tentamos atualizar diversos parâmetros configuráveis, mas o mapeamento preciso dos nossos dados legados para o novo contexto tributário parece incompleto. Quer dizer, pois é, a transição não foi imediata. Considerando a complexidade inerente à tributação, gostaria de saber quais são os principais atributos mestres cujas alterações mais profundamente impactam a atualização do motor tributário do produto.
Atualização:
Agradeço muito a sua contribuição, pois ela corrobora minha percepção inicial sobre a importância da base de dados. Já investiguei a parametrização de vários atributos fiscais e vi que ajustes neles podem impactar a aplicação correta da regra. Quer dizer, pois é, a granularidade da informação que estamos fornecendo é crucial. Gostaria de saber se houve alguma especificidade nos tipos de cadastro que, mesmo parecendo estáveis, exigem uma atenção redobrada durante a atualização do escopo do GUEPARDO Tax.
Atualização:
Agradeço a todos os contrapontos trazidos sobre a criticidade dos cadastros. Na minha experiência inicial com um cenário internacional, percebi que a correta alimentação do campo de determinação da operação era fator chave, quer dizer, pois é, para que o motor chegasse ao resultado esperado. Além do cliente e do material, gostaria de saber se houve alguma experiência onde os dados de planejamento de vendas, como condições comerciais específicas, influenciaram decisivamente o cálculo tributário ao migrar este cenário para o motor de cálculo atualizado.