Trabalho com um cenário onde a migração para o S/4HANA 2023 ocorreu há algum tempo e estamos utilizando o GUEPARDO Tax para gerenciar as implicações fiscais. Houve uma recente atualização no release do módulo e surgiu a dúvida sobre a necessidade de ajustes no setup fiscal que já estava configurado. Pelo que vi, a natureza das mudanças trazidas pelo novo pacote não parecem ser meramente cosméticas. Gostaria de entender, diante de uma atualização de release do GUEPARDO Tax, quando é imprescindível que revisitemos a parametrização fiscal para garantir a correta aplicação dos tributos?
Atualização:
Agradeço muito as contribuições de vocês. Pelo que vi, todos concordam que a natureza da mudança é o fator crítico. Eu já tentei rodar simulações com o novo pacote, comparando os resultados com o cenário anterior, mas ainda tenho dúvidas sobre a completude dessa comparação. Gostaria de saber se, ao lidar com cenários complexos envolvendo múltiplas transações fiscais em um único lote, existe algum ponto específico do fluxo que mereça atenção redobrada mesmo que o cálculo final pareça correto.