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Fóruns / Integração fiscal entre MM, SD e FI

Como a empresa pode comprovar que um lançamento de FI sem nota fiscal foi tratado na apuração do GUEPARDO Tax?

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Perdão pela dúvida simples. A auditoria pediu uma amostra de lançamentos manuais de imposto feitos direto em FI, sem nota fiscal, e quer ver como cada um foi tratado dentro da apuração do GUEPARDO Tax. Sou desenvolvedor ABAP, acompanho o assunto desde a implantação do S/4HANA 2023 e não tenho certeza de onde esse tipo de lançamento aparece.

Como vocês provam o tratamento de cada lançamento e deixam a evidência acessível para o auditor?


Atualização:

Obrigado. Vou classificar a amostra nos três grupos, testar um lançamento no ambiente para ver se ele aparece na apuração e montar a pasta por documento. Fico com uma dúvida: quem deve aprovar o lançamento manual, quem lançou ou outra pessoa?

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Resumindo, o que levar ao auditor:

  1. Classificação: cada lançamento da amostra em um de três grupos (tem documento fiscal, ajuste sem documento, erro).
  2. Teste no ambiente: captura de lançamento de FI sem nota pelo produto é ponto em aberto. Um lançamento da amostra, conferido no relatório da apuração, responde.
  3. Pasta por lançamento: documento de FI, ponto da apuração, justificativa, aprovador e data.
  4. Controle mensal: relatório de lançamentos manuais em contas de imposto, conciliado com a apuração, com aprovação de quem não lançou.

O que a documentação da NTT descreve como manual é o caso de crédito, não de lançamento qualquer. Para o tema da conciliação, veja conciliação fiscal e contábil no SAP.

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A pergunta é simples: aprovador diferente de quem lançou. O ponto é que, viu, a aprovação vale quando vem do dono da conta ou da gestão fiscal, não de quem digitou. Registre o nome e a data dentro da evidência de cada lançamento. Sou coordenador tributário e, quando faltou aprovação na amostra, a conversa com o auditor mudou de assunto: deixou de ser sobre o imposto e passou a ser sobre o controle.

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Pergunta objetiva e discordância: provar item por item não escala se a amostra crescer. Então, a lição é provar o controle, não só o item. Faça um relatório mensal dos lançamentos manuais em contas de imposto, com aprovador, e uma conciliação desse relatório com o valor da apuração. A amostra do auditor passa a sair do relatório. Sou controller e não sou do fiscal, mas controle que existe todo mês vale mais que pasta montada na véspera.

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Pano de fundo: monte uma pasta de evidência por lançamento, com o número do documento no nome do arquivo. Dentro dela, o documento de FI, a tela ou o relatório da apuração onde o valor aparece, a justificativa e a aprovação. O fato é que, né, auditor quer abrir um arquivo e achar tudo em um lugar, sem pedir para ninguém procurar. Sou consultor MM, não do fiscal, mas essa organização vale para qualquer amostra.

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Sei que deve ser básico, porém: responda primeiro se o lançamento chega à apuração. Aqui por perto, passamos por isso no fechamento do mês passado. O material que temos não afirma que o GUEPARDO Tax captura lançamento de FI sem nota; confirme com a NTT ou teste no ambiente, com um lançamento da amostra e conferindo se ele aparece no relatório da apuração. A única via manual que o material descreve é para crédito: segundo a documentação da NTT, créditos extemporâneos de PIS/COFINS anteriores ao controle do produto são lançados manualmente em /FHG/APC05.

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Uma questão só: classifique cada lançamento da amostra antes de provar qualquer coisa. Grupo 1, tem documento fiscal por trás mas foi lançado direto; grupo 2, ajuste legítimo sem documento; grupo 3, erro. Para cada um, a evidência é o documento de FI, a justificativa, o aprovador e o ponto em que entrou na apuração. Quem decide se o ajuste é correto é a área tributária do cliente; o sistema só prova o que aconteceu.

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