Assumi recentemente a gestão fiscal, vindo de um ambiente de distribuição, e estou migrando nossos processos para o S/4HANA 1909. Temos recebido muitas referências sobre a correta codificação tributária, e a variação na descrição dos itens recebidos tem gerado bastante dor de cabeça na classificação fiscal. Por exemplo, recebemos mercadorias que, dependendo do estado posterior, poderiam se encaixar em diferentes descritivos. Buscamos sempre a máxima aderência ao que o fisco espera, e revisamos os documentos como o DANFE e os anexos que detalham a NCM. Veja, aqui por perto, a dificuldade em cravar o código correto diante das nuances da mercadoria. Diante dessa realidade, como devemos proceder para garantir a acurácia da classificação NCM neste cenário operacional?
Atualização:
Agradeço a todos pelas considerações, pois após muita análise documental, percebemos que a variação no estado físico recebido é um ponto sensível. Testamos diferentes cenários logísticos, comparando o descritivo do embarque com o detalhamento técnico dos nossos controles no S/4HANA. Veja, aqui por perto, a dificuldade em conciliar essa entrada variável com a saída tributariamente padronizada. Diante dessa complexidade, como podemos otimizar o fluxo de informações para que o sistema reconheça a correta aplicação da NCM desde o início do ciclo?