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Fóruns / IPI, NCM e classificação fiscal

Como avaliar o risco de classificação fiscal errada de NCM na operação do GUEPARDO Tax?

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Me desculpem a pergunta. Sou consultor de SD e atendo uma indústria cujo diretor quer saber quanto risco de NCM errado existe nos cadastros que alimentam a apuração do GUEPARDO Tax.

Bem, veja bem, ele não quer parecer da classificação certa, quer uma medida de risco que dê para acompanhar. Como vocês transformam isso em número e em rotina, sem entrar na discussão tributária de cada item?


Atualização:

Obrigado. Vou propor a lista de materiais com mais de uma NCM e a amostra trimestral de maior valor, com revisão do tributário.

Dúvida de seguimento: quem na empresa costuma ser o dono do cadastro do material, o fiscal, o suprimentos ou o cadastro mestre?

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Resumindo, a medida de risco de NCM em três camadas:

  1. Divergência entre filiais: mesmo material com NCM diferente, ordenado por valor movimentado.
  2. Amostra: maiores valores revisados pelo tributário e repetidos por trimestre.
  3. Dono do dado: o produto não corrige dado mestre ruim, segundo a documentação da NTT.

A decisão sobre a classificação de cada item é do contribuinte. Sobre a pergunta do Matheus: o dono do cadastro precisa ser definido pela empresa, e o fiscal deve aprovar mudança de NCM. Confirme com o tributário da empresa antes de tratar qualquer item como classificado errado. Mais sobre o tema em NCM e classificação fiscal no SAP.

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Separe a prontidão do dado das outras duas.

Olha, como sempre, o erro é misturar. Existem três prontidões diferentes: SAP, produto fiscal e dado, e NCM e classificação ficam na terceira. Se o indicador de NCM piora, isso não diz nada sobre as notas da SAP nem sobre as notas técnicas da NTT. Mantenha o indicador de dado num painel próprio.

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Discordo de esperar que o produto corrija ou aponte o NCM errado.

Que eu saiba, viu, a documentação da NTT afirma que o produto não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança. Então a medida de risco precisa nascer do cadastro e da revisão do tributário, e não de uma tela do GUEPARDO Tax. O material que temos não descreve validação de NCM.

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Meça a divergência entre filiais: o mesmo material com NCM diferente em cada uma é o primeiro sinal de risco.

A verdade é que, quando o ICMS-ST e o DIFAL dão erro só em alguns estados, a causa costuma ser parametrização de CST, CFOP e NCM divergente entre filiais. Gere a lista de materiais com mais de uma NCM, ordene por valor movimentado e entregue ao tributário. Esse é o indicador de partida.

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Outra forma: em vez de olhar tudo, trabalhe por amostra de maior valor e maior volume.

E aí, olha só, a lista completa assusta e ninguém revisa. Pegue os itens que concentram a maior parte do faturamento, peça ao tributário que revise a classificação e registre o resultado. A cada trimestre, repita com outro corte. Não prova que o resto está certo, mas dá uma medida que a diretoria entende.

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