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Fóruns / IPI, NCM e classificação fiscal

Como o GUEPARDO Tax lida com a mudança de NCM e a classificação fiscal de um produto?

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Ainda estou aprendendo, então vou direto ao cenário. Um produto mudou de NCM por atualização da tabela e eu, que sou consultora de MM, vi o material mestre ser alterado. O analista fiscal novo que chegou na equipe não sabe como essa mudança chega na apuração.

No GUEPARDO Tax, o que acontece com as notas antigas e com as novas? Preciso de um roteiro de checagem para o fechamento do mês, de preferência com o que olhar em tela ou log.


Atualização:

Perfeito, agora tenho roteiro. Vou listar os materiais, montar uma nota por filial e olhar se existe alguma regra própria lendo NCM. Uma pergunta de seguimento: depois de conferir, como registro a evidência do teste para o auditor, só print ou algo mais?

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Como o GUEPARDO Tax reage a uma troca de NCM não está afirmado no material que temos: confirme com a NTT ou teste no ambiente. O que se pode fazer com segurança é tratar o NCM como dado de entrada e provar o efeito.

  1. Liste materiais alterados, com NCM antes e depois e data.
  2. Emita uma nota por filial e por UF relevante.
  3. Procure regras próprias que leiam NCM e confira o que leem.
  4. Guarde o número do documento e o valor apurado como evidência.

Veja também NCM e classificação fiscal no SAP.

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Pelo meu histórico, pois é, o erro típico aparece só em alguns estados. O que costuma acontecer é parametrização de CST, CFOP e NCM divergente entre filiais, e a mesma mudança fica certa numa filial e errada em outra. É padrão de projeto, não medição nossa.

Então o teste não pode ser uma nota só. Faça uma nota por filial e por UF de destino relevante e compare o resultado.

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Então, em outras palavras, discordo de tratar só do cadastro. Segundo a ficha, existem regras que não nascem do NCM: a natureza da receita no PIS e COFINS, por exemplo, não é determinada por NCM e exige desenvolvimento por BAdI.

Se o seu cenário tem regra assim, trocar o NCM no material não basta, porque o desenvolvimento pode depender de outra chave. Abra a regra Z, se existir, e veja o que ela lê.

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Na prática, viu: o conteúdo que temos em mãos não afirma como o GUEPARDO Tax reage à troca de NCM, então não prometa nada ao analista. O que dá para afirmar é o papel do dado. A documentação da NTT diz que, na análise da reforma, alíquotas e reduções são cadastradas por NBS e por NCM, ou seja, o NCM é chave de consulta.

Roteiro: liste os materiais alterados, compare o NCM antes e depois, e confirme com a NTT ou teste no ambiente se a nota nova pega o cadastro novo.

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