Acompanho este assunto desde quando implementamos o sistema com GUEPARDO Tax, e confesso que ainda encontro pontos de fricção no entendimento aplicado. Estamos lidando com uma situação onde o montante apurado exige uma revisão mais aprofundada, como previsto em certos momentos. Já tentamos simular cenários, seguindo a lógica de que, se há indícios de qualquer tipo de divergência, todo o valor poderia cair sob análise minuciosa. Bem, na homologação, o cenário tributário parece ser extremamente sensível. Para podermos seguir com a correta parametrização, gostaria de entender exatamente o que significa operacionalmente este conceito de ISS retido na fonte quando tudo parece estar dentro dos parâmetros aceitáveis.
Atualização:
Agradeço o panorama trazido por vocês sobre a necessidade de cientificar o contribuinte sobre as retenções. Bem, na homologação, testamos cenários onde o risco era elevado e isso levou à retenção do montante total para revisão, justamente como discutido. Gostaria de saber qual é o impacto operacional esperado no fluxo de caixa quando essa retenção total ocorre durante o período de avaliação.