Olá pessoal, acompanho essa discussão desde que implementamos o sistema com o nosso módulo tributário e tenho dedicado bastante tempo para entender os detalhes do recolhimento do ISS, especialmente quando falamos em situações sem retenção. No nosso cenário, trabalhamos com serviços e precisamos garantir que o cálculo do imposto esteja perfeitamente alinhado com o que foi pago ou considerado antes. Se estamos lidando com serviços sujeitos à substituição ou retenção na fonte, mas o documento aponta para valores que já tiveram tributação anterior, a aplicação correta da base de cálculo é crucial. Então, o caminho é entender exatamente como o sistema deve tratar essa transição. Dada essa complexidade, como podemos assegurar que o cálculo do imposto gerado reflita corretamente a ausência de retenção anterior, especialmente quando há tributação monofásica envolvida?
Atualização:
Agradeço as contribuições de vocês, foi interessante mapear os cenários tributários. Meu foco tem sido entender como é gerada a base quando há uma expectativa de ISS devido, mas sem qualquer retenção na fonte. Diante disso, testamos diferentes cenários e, então, o caminho é buscar a correta segregação das receitas. Gostaria de saber se há alguma particularidade no fluxo de informações que precisamos considerar para que o cálculo reflita a ausência de qualquer recolhimento prévio.