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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como converter clientes e fornecedores para parceiro de negócios sem perder dado fiscal?

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Vou direto à dúvida. Estamos em implantação no S/4HANA 2021 e o time de dados vai converter clientes e fornecedores para parceiro de negócios nas próximas semanas. Agora, no meu dia a dia, o fechamento aperta e não posso descobrir depois que sumiu informação fiscal. Preciso de uma lista de conferência:

  1. Quais dados fiscais eu confiro um a um depois da conversão, como IE, IM e regime?
  2. Confiro todos os cadastros ou só uma amostra?
  3. Quem assina que a conversão está aceita?

Atualização:

Obrigada, gente. Vou tirar a foto antes e montar a lista pelo que as obrigações pedem. Uma dúvida de seguimento: a amostra com nota real, vocês escolhem por UF ou por tipo de parceiro? Aqui temos produtores rurais, com cadastro bem diferente de empresa, e não quero deixar esse grupo de fora.

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Conferir IE, IM e regime depois da conversão é comparar com uma base de antes, não ler a tela.

  1. Antes: extrair os campos fiscais por parceiro e guardar.
  2. Lista: montar pelo que as obrigações e a retenção exigem, não só pelo que o cadastro antigo tinha.
  3. Depois: extrair de novo, comparar linha a linha e tratar cada diferença como correção.
  4. Prova: ao menos um documento real por tipo de parceiro, no ambiente de qualidade.

Para a pergunta da amostra, o tipo de parceiro é o melhor critério. A documentação do produto que temos não afirma como a conversão trata cada campo; confirme com a NTT ou teste no ambiente. O desenho do cadastro fiscal está em dados mestres fiscais no SAP.

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Respondendo à Maria sobre a amostra. No meu dia a dia, tá, eu separo por tipo de parceiro, não por UF. Produtor rural, pessoa física, empresa do Simples e exterior têm cadastros diferentes, então cada tipo ganha pelo menos um caso. A planilha de conferência tem uma linha por parceiro:

  • Parceiro | IE antes | IE depois | IM antes | IM depois | regime antes | regime depois | OK?

Linha com diferença vai para correção antes de qualquer nota. Linha sem diferença só vira prova depois que uma nota real passar com aquele parceiro.

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Deixa eu montar o quadro, completando o que a Viviane falou. São três camadas, cada uma com dono: o cadastro em si, o que o fiscal aciona na nota a partir dele e o dado que vem de fora do documento. Bem, seja como for, a conversão não prova nada sozinha, quem prova é um documento real. Pegue uma nota de entrada, uma de saída e uma retenção de parceiros convertidos e rode no ambiente de qualidade. Projeto que passa em todos os testes ainda pode mostrar problema no primeiro fechamento. O material que temos não afirma como a conversão trata cada campo fiscal; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Oi, gente. Discordo em um ponto: comparar só os campos que o fiscal já conhece é pouco. Em migração de outro ERP, como a nossa, o problema costuma estar no campo que ninguém lembrou de listar. Como sempre, tá, eu monto a lista a partir do que as obrigações pedem, não do que o cadastro antigo tinha. As notas de projeto citam o caso da retenção: cadastro e documento sem o dado que ela exige, como tipo de prestador, obra, natureza do rendimento e dependentes. Se a lista nasce só do que já existia, esse buraco passa batido.

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Me desculpem a pergunta, mas vou arriscar. O primeiro passo é tirar uma fotografia antes de converter. Extraia, por CNPJ ou CPF, os campos que alimentam nota e apuração e guarde essa base.

  1. Liste os campos fiscais: IE, IM, regime, tipo de contribuinte.
  2. Depois da conversão, extraia a mesma lista e compare linha a linha.
  3. Diferença vira item de correção, não de opinião.

De qualquer forma, tá, sem a foto de antes não existe prova de nada. As notas de projeto que usamos dizem que dado mestre não migra sozinho e que isso costuma ser descoberto tarde.

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