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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como validar a carga de saldos fiscais na migração entre sistemas?

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Direto: carregamos os saldos de impostos do sistema antigo para o S/4HANA 2021 e a gerência quer uma prova de que batem. Comparei só o total geral, deu igual, mas não confio nisso. Sou key user fiscal e acompanho o assunto desde a implantação.

Que conferência faço, por imposto e por período, antes de dar o aceite? Preciso de um roteiro que o auditor consiga refazer sozinho.


Atualização:

Valeu a todos. Plano de segunda: rodo a lista de contas não mapeadas, separo os créditos de PIS e COFINS e monto a matriz por imposto e por mês com a origem de cada diferença. E aí, o bom é que o auditor consegue refazer. Pergunta de seguimento: para saldo que não bate por lançamento manual no sistema antigo, vocês corrigem na carga ou deixam registrado como ajuste?

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A carga de saldos se prova por conferência, e a documentação da NTT que consultamos não afirma que o produto faça essa prova sozinho; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Roteiro que sai da conversa:

  1. Contas não mapeadas zeradas antes de comparar.
  2. Matriz por imposto, empresa e mês, sem total acumulado, com a origem de cada diferença.
  3. Créditos anteriores ao controle lançados e somados à parte, como a NTT descreve para os extemporâneos.
  4. Soma da ACDOCA contra a apuração do mesmo mês, para separar erro de carga de erro de apuração.

Para aprofundar a ponte entre fiscal e contabilidade, veja conciliação fiscal e contábil no SAP.

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Pano de fundo: sou auditor e discordo em um ponto. Conferir só crédito e conta não basta, porque conferência só no total esconde diferença entre competências.

  1. Saldo por imposto, por empresa e por mês, nunca acumulado.
  2. Para cada diferença, a origem: conta, documento ou lançamento manual.
  3. Quem aprovou e quando.

O caminho é, viu: montar essa matriz uma vez e deixar o auditor refazer. Nas notas de projeto que conheço, o validador aceitar o arquivo também não prova que o valor está certo.

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Pessoal, bom dia. Um complemento do lado contábil. Assumi a área há pouco, vindo de distribuidora, e o que me ajudou foi saber de onde o produto lê o saldo. A documentação da NTT diz que em S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA e que por isso o produto tem a interface de busca ACDOCA.

Olha, o curioso é que isso dá uma checagem simples: some a conta na ACDOCA e compare com o que a apuração mostra no mesmo mês. Se a diferença existir, o problema está antes do GUEPARDO Tax, na carga. Isso é raciocínio meu, não afirmação do material.

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Resposta curta: a documentação que consultamos não afirma que o GUEPARDO Tax confere carga de saldo sozinho, então a prova fica por sua conta.

Um primeiro teste existe: a NTT descreve, na centralização do PCR, uma lista de contas não mapeadas. Conta com saldo e sem mapeamento já é diferença garantida; então, o ponto é que você zera essa lista antes de qualquer comparação e só depois confere saldo por conta, nunca pelo total. Guarde a tela com data e responsável.

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Desculpem a insistência: tem outro caminho para a parte de crédito, que é onde a carga mais erra.

  1. Liste os créditos de PIS e COFINS que vieram do sistema antigo.
  2. Lance cada um como crédito extemporâneo e guarde o relatório.
  3. Some os lançamentos por período e compare, como falei, né, com o saldo antigo.

A documentação da NTT diz que o produto controla os créditos e que os extemporâneos anteriores ao controle são lançados manualmente em /FHG/APC05. Que isso aceite carga em massa não está coberto no que consultamos; confirme com a NTT.

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